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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Sete dicas para pôr o Ego no lugar...



Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender os conceitos enraizados do orgulho.Foi escrito com o intuito de preveni-lo contra a falsa identificação com o ego orgulhoso.



1. Pare de se sentir ofendido
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreçam, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você de que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego e esteja em paz. Assim como nos lembra o Curso em Milagres: a paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu e leva à agressão, ao contra-ataque e à guerra.

2. Abandone o querer vencer
O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas. Você não se resume às suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa. Significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejar.

3. Abandone o querer estar certo
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona a julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego: “Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão”. Dê-se a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade. Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego à necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão pergunte a si mesmo: “Quero estar certo ou ser feliz?”. Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa à qual foi predestinado a viver.

4. Abandone o querer ser superior
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor do que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos nós temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo o que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retornam a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que o levam para longe da intenção. O Curso em Milagres aborda essa necessidade de se sentir especial e superior. A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falsa vista no outro e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.

5. Deixe de querer ter mais
O mantra do ego é “mais”. Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz. A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: “É dando que se recebe”. Ao permitir que a abundância o banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.

6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos

É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.

7. Deixe sua reputação de lado
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiado pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é,
desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre sua reputação, isso não interessa. Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!

© 2008 Direitos Autorais Dr. Wayne W Dyer





Síndrome de vítima...


A INCAPACIDADE DE ACEITAR O MUNDO COMO ELE É

Todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem dois pólos bastante distintos: aquilo que nós somos e aquilo que nos cerca. Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos essa relação: a relação entre nós e os outros, entre nós e os membros da nossa família, entre nós e outros membros da sociedade, entre nós e as coisas, entre nós e o trabalho, entre nós e a realidade externa. A nossa maneira de sentir e de viver depende de como cada um de nós interioriza a relação entre essas duas partes da realidade. E uma das formas que aprendemos de nos relacionarmos com os outros é a postura que designamos por vítima.


O que é a vítima? A vítima é a pessoa que se sente inferior à realidade, é a pessoa que se sente esmagada pelo mundo externo, é a pessoa que se sente desgraçada face aos acontecimentos, é aquela que se acostuma a ver a realidade apenas em seus aspectos negativos. Ela sempre sabe o que não deve, o que não pode, o que não dá certo. Ela consegue ver apenas a sombra da realidade, paralelo a uma incrível capacidade para diagnosticar os problemas existentes. Há nela uma incapacidade estrutural de procurar o caminho das soluções e, neste sentido, ela transfere os seus problemas para os outros; transfere para as circunstâncias, para o mundo exterior, a responsabilidade do que está lhe acontecendo. Esta é a postura da justificativa. Justificar-se é o sinal de que não queremos mudar. Para não assumirmos o erro, justificamo-nos, ou seja, transformamos o que está errado em injusto e, de justificativa em justificativa, paralisamo-nos, impedimo-nos de crescer. A vítima é incompetente na sua relação com o mundo externo. Enquanto colocarmos a responsabilidade total dos nossos problemas em outras pessoas e circunstâncias, tiraremos de nós mesmos a possibilidade de crescimento. Em vez disso, vamos procurar mudar as outras pessoas.


Este tipo de postura provém do sentimento de solidão. É quando não percebemos que somos responsáveis pela nossa própria vida, por seus altos e baixos, seu bem e seu mal, suas alegrias e tristezas; é quando a nossa felicidade se torna dependente da maneira como os outros agem. E como as pessoas não agem segundo nosso padrão, sentimo-nos infelizes e sofredores. Realmente, a melhor maneira de sermos infelizes é acreditarmos que é à outra pessoa que compete nos dar felicidade e, assim, mascaramos a nossa própria vida frente aos nossos problemas.
A postura de vítima é a máscara que usamos para não assumirmos a realidade difícil, quando ela se apresenta. É a falta de vontade de crescer, de mudar‚ escondida sob a capa da aparição externa. Essa é uma das maiores ilusões da nossa vida: desejarmos transferir para a realidade que não nos pertence, sobre a qual não possuímos nenhum controle, as deficiências da parte que nos cabe. Toda relação humana é bilateral: nós e a sociedade, nós e a família, nós e o que nos cerca. O maior mal que fazemos a nós próprios é usarmos as limitações de outras pessoas do nosso relacionamento para não aceitarmos a nossa própria parte negativa.
Assim, usamos o sistema como bode expiatório para a nossa acomodação no sofrimento. A vítima é a pessoa que transformou sua vida numa grande reclamação. Seu modo de agir e de estar no mundo é sempre uma forma queixosa, opção que é mais cômoda do que fazer algo para resolver os problemas. A vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento alheio; ela se coloca como dominada, como fraca, para dominar o sentimento das outras pessoas. O que mais caracteriza a vítima é a sua falta de vontade de crescer. Sofrendo de uma doença chamada perfeccionismo, que é a não aceitação dos erros humanos, a intolerância com a imperfeição humana, a vítima desiste do próprio crescimento. Ela se tortura com a idéia perfeccionista, com a imagem de como deveria ser, e tortura também os outros relativamente àquilo que as outras pessoas deveriam ser. Há na vítima uma tentativa de enquadrar o mundo no modelo ideal que ela própria criou, e sempre que temos um modelo ideal na cabeça é para evitarmos entrar em contato com a realidade. A vítima não se relaciona com as pessoas aceitando-as como são, mas da maneira que ela gostaria que fossem. É comum querermos que os outros sejam aquilo que não estamos conseguindo ser, desejar que o filho, a mulher e o amigo sejam o que nós não somos.
Colocar-se como vítima é uma forma de se negar na relação humana. Por esta postura, não estamos presentes, não valemos nada, somos meros objetos da situação. Querendo ser o todo, colocamo-nos na situação de sermos nada. Todavia, as dificuldades e limitações do mundo externo são apenas um desafio ao nosso desenvolvimento, se assumirmos o nosso espaço e estivermos presentes.


Assim, quanto pior for um doente, tanto mais competente deve ser o médico; quanto pior for um aluno, mais competente deve ser o professor. Assim também, quanto pior for o sistema ou a sociedade que nos cerca, mais competentes devemos ser com pessoas que fazem parte desta sociedade; quanto pior for nosso filho, mais competentes devemos ser como pai ou mãe; quanto pior for a nossa mulher, mais competentes devemos ser como marido; quanto pior for nosso marido, mais competentes devemos ser como esposa, e assim por diante. Desta forma, colocamo-nos em posição de buscar o crescimento e tomamos a deficiência alheia como incentivo para nossas mudanças existenciais. Só podemos crescer naquilo que nós somos, naquilo que nos pertence. A nossa fantasia está em querermos mudar o mundo inteiro para sermos felizes. Todos nós temos parte da responsabilidade naquilo que está ocorrendo. Não raras vezes, atribuímos à sociedade atual, ao mundo, a causa de nossas atribulações e problemas. Talvez seja esta a mais comum das posturas da vítima: generalizar para não resolver. Os problemas da nossa vida só podem ser resolvidos em concreto, em particular. Dizer, por exemplo, que somos pressionados pela sociedade a levar uma vida que não nos satisfaz, é colocar o problema de maneira insolúvel. Todavia, perguntar a nós mesmos quais são as pessoas que concretamente estão nos pressionando para fazer o que nos desagrada, pode ajudar a trazer uma solução. Só podemos lidar com a sociedade em termos concretos, palpáveis. Conforme nos relacionamos com cada pessoa, em cada lugar, em cada momento, estamos nos relacionando com a sociedade, porque cada pessoa específica, num determinado lugar e momento, é a sociedade para nós naquela hora. Generalizamos para não solucionarmos, e como tudo aquilo que nos acontece está vinculado à realidade, todas as vezes que quisermos encontrar desculpas para nós basta olhar a imperfeição externa.


Colocar-se como vítima é economizar coragem para assumir a limitação humana, é não querer entender que a morte antecede a vida, que a semente morre antes de nascer, que a noite antecede o dia. A vítima transforma as dificuldades em conflito, a sua vida num beco sem saída. Ser vítima é querer fugir da realidade, do erro, da imperfeição, dos limites humanos. Todas as evidências da nossa vida demonstram que o erro existe, existe em nós, nos outros e no mundo. Neurótica é a pessoa que não quer ver o óbvio. A vítima é uma pessoa orgulhosa que veste a capa da humildade. O orgulho dela vem de acreditar que ela é perfeita e que os outros é que não prestam. Crê que se o mundo não fosse do jeito que é‚ se sua esposa não fosse do jeito que é‚ se seus filhos não fossem do jeito que são, se o seu marido fosse diferente, ela estaria bem, porque ela, a vítima, é boa, os outros é que têm deficiências, apenas os outros têm que mudar.
A esse jogo chama-se o "Jogo da Infelicidade". A vítima é uma pessoa que sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela, é a pessoa que usa suas dificuldades físicas, afetivas, financeiras, conjugais, profissionais, não para crescer, mas para permanecer nelas e, a partir disso, fazer chantagem emocional com as outras pessoas.


A vítima é a pessoa que ainda não se perdoou por não ser perfeita e transformou o sofrimento num modo de ser, num modo de se relacionar com o mundo. É como se olhasse para a luz e dissesse: "Que pena que tenha a sombra...", é como se olhasse para a vida e dissesse: "Que pena que haja a morte...", é como se olhasse para o sim e dissesse: "Que pena que haja o não...". E se nega a admitir que a luz e a sombra são faces de uma mesma moeda, que a vida é feita de vales e de montanhas.


Não são as circunstâncias que nos oprimem, mas, sim, a maneira como nos posicionamos diante delas, porque nas mesmas circunstâncias em que uns procuram o caminho do crescimento, outros procuram o caminho da loucura, da alienação. As circunstâncias são as mesmas, o que muda é a disposição para o alvorecer e para o desabrochar, ou para murchar e fenecer.

Texto de Antônio Roberto Soares/Psicólogo





Tornar-se...

"Para que é que vocês lêem tanto, estudam tanto, repetem comandos positivos para si mesmos, se isto só serve para os tempos calmos, para a bonança e depois, na hora da tempestade, não presta para nada?
Não que não deva procurar estas coisas. Muito pelo contrário, é muito saudável querer encontrar esclarecimento das questões da mente, do espírito e da vida.
Mas, porque é que você admira tanto tudo isto, vai atrás de cursos, de grupos e de encontros, se tudo isto te falta na hora em que se torna mais necessário?
Isto acontece, meu filho, quando este esclarecimento ainda não entrou em você. Ele ainda não te pertence de verdade. Por enquanto, ele gravita em torno de você, enquanto você admira, nos momentos de leitura, quando você fecha os olhos e vai lá dentro, aquelas idéias estão presente, mas não são você."

(Calunga)



quinta-feira, 28 de abril de 2011

Como tirar proveito das fases da Lua?



Lua crescente:




Os sete dias após a Lua crescente são favoráveis ao início de novo empreendimentos esclarecimento de mal-entendidos, “as atividades que exijam o desapego de situações e de relacionamento obsoletos de aprimoramento em todas as áreas da vida.

Lua cheia:


Os sete dias após a lua cheia são favoráveis aos relacionamentos sociais, a conscientização dos bloqueios, dos obstáculos e dos problemas; as mudanças de residência; ao abandono de hábitos antigos: a comunicação de novas idéias e planos; as atividades que exijam força de vontade e determinação.



Lua Minguante

Os sete dias após a lua minguante são favoráveis ao planejamento de atividades e empreendimentos; ao término de trabalho inacabado; à solução criativa de problemas ligados ao passado; ao relacionamento com jovens, adolescentes e crianças; ao início de tratamentos de saúde.

Lua Nova


Os sete dias após a lua nova são favoráveis à organização de atividades cotidianas, as atividades intelectuais e as pesquisas, aos trabalhos que exijam espírito de cooperação; as decisões relacionadas com compromissos sociais e amorosos; aos assuntos voltados para o bem comum.

fonte: Almanaque pensamento

Primeiro, a rosa do coração tem de se abrir...

É a partir da bem-aventurança que as rosas, as rosas do coração, crescem. E é das rosas que sai a fragrância do amor.

Você não pode dar algo que não tem, só pode dar aquilo que já tem. Se a rosa interior não se abre, todo seu amor nada mais é que palavras. Se a rosa interior se abre, não há necessidade de dizer coisa alguma, nenhuma palavra é necessária. A fragrância em si basta para transmitir a mensagem.

Não importa o lugar em que você esteja ou a pessoa que lhe faça companhia, o amor irradia, pulsa, torna-se uma dança constante de energia ao redor. Mas, primeiro, a rosa do coração tem de se abrir — e ela só pode se abrir se você suprir a necessidade básica, que é a bem-aventurança.

As pessoas amam por desespero. Essa é a coisa mais impossível, não pode acontecer pela própria natureza da existência, não é possível.

As pessoas amam porque estão tristes. Elas procuram o outro porque estão solitárias, e o amor só é possível quando você é feliz. O amor só é possível quando você não se sente sozinho, e sim quando está sozinho; quando você não está chateado consigo mesmo, mas encantado, extasiado consigo.

A meditação ajuda você a ser bem-aventurado... E esta é a corrente: a meditação o deixa bem-aventurado, a bem-aventurança ajuda a rosa do coração a se abrir, e o amor então vem naturalmente, assim como a fragrância vem da rosa.


Osho, em "Meditações Para o Dia"


Amor com amor se paga??



Nada mais falso do que o ditado popular
que afirma que "amor com amor se paga".
O amor não é regido pela lógica das trocas comerciais.
Nada te devo. Nada me deves.
Como a rosa que floresce porque floresce,
eu te amo porque te amo. "

Rubem Alves


quarta-feira, 27 de abril de 2011

A porta ao lado...



Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente...

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.

Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.

Eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado."

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia. Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.A "Porta do lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!

Por Dráuzio Varella



Se amanhã...



Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem.

E nisso, sim, acredito até o fim.

Cris Carvalho

( Este texto roda na internet como sendo do Caio F, mas a verdadeira autora entrou em contato comigo e mostrou o texto original. Fica aqui registrado a correção e minha solidariedade a verdadeira autora que teve os méritos destas lindas palavras roubada)


terça-feira, 26 de abril de 2011

Simples assim...



"O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água... e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore. A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente. O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento... Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar."

Osho



Ser feliz não custa nada?



Quem inventou essa frase estava totalmente equivocado, porque ser feliz custa sim!

Custa muito dos seus esforços, custa parte dos seus sorrisos, custa um pouco de disposição e custa tudo que você ainda tem guardado de ilusão.
Eu sei que parece clichê, mas se engana quem pensa que a felicidade cai no colo ou vem embrulhada e com laço de enfeite. Ser feliz custa caro e só acontece pra quem não mede esforços. Para aqueles que sabem que reclamar é mais prático, mas escolhem agradecer porque é mais gratificante.

Fernanda Gaona

A grandeza do mar...



Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.

Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.


Paulo Roberto Gaefke
(No livro "Quando é preciso Viver" página 29)



Dicas: Palestras Espíritas






Para quem gostou deste post AQUI...vai gostar também destas outras palestras da Dra Anete Guimarães!

Lá vai:

--> Palestra fala sobre “Reencarnação”

--> Palestra fala sobre “Emoções”

--> Seminário sobre “MEDIUNIDADE”: 1ª parte 2ª parte

--> Palestra sobre "A educação do espírito e a educação da mente"

Para quem gosta de palestras espíritas, tenho certeza que vai adorar.




segunda-feira, 25 de abril de 2011

A possibilidade de recomeço...



Não é preciso agendar, entrar em fila,
com a sorte, acordar cedo para pegar senha:
a possibilidade de recomeço
está disponível o tempo todo,
na maior parte dos casos.
Não tem mistério,
ela vem embrulhada com o papel bonito
de cada instante novo,
essa página em branco
que olha pra gente sem ter a mínima idéia
do que escolheremos escrever nas suas linhas.
O que é preciso mesmo
é coragem para abrir o presente."


[Ana Jácomo]

Coragem para ser feliz...

Continuamos a perder muitas coisas na vida só por causa da falta de coragem...

Na verdade, nenhum esforço é necessário para conquistar só é preciso coragem e as coisas começarão a vir até você, em vez de você ir atrás delas.

Pelo menos no mundo interior é assim.

E para mim, ser feliz é a maior coragem.
Ser infeliz é uma atitude muito covarde.
Na realidade, para ser infeliz, não é preciso nada.
Qualquer covarde pode ser, qualquer tolo pode ser.
Todo mundo é capaz de ser infeliz; para ser feliz é preciso coragem – é um risco tremendo.

Não temos o costume de pensar assim...
Nós pensamos:
“ O que é preciso para ser feliz?
Todo mundo quer ser feliz.”
Isso está absolutamente errado.
É muito raro uma pessoa estar pronta para ser feliz as pessoas investem tanto na infelicidade!
Elas adoram ser infelizes.
Na verdade, elas são felizes por serem infelizes.

Há muitas coisas para se entender sem entendê-las é muito difícil se livrar da mania de ser infeliz...
A primeira coisa é: ninguém está prendendo você; é você que decidiu ficar na prisão da infelicidade.

Ninguém prende ninguém...

O homem que está pronto para sair dela, pode sair quando quiser.
Ninguém mais é responsável.
Se uma pessoa é infeliz, é ela mesma a responsável.
Mas a pessoa infeliz nunca aceita a responsabilidade é por isso que continua infeliz.
Ela diz:
“ Estão me fazendo infeliz” .
Se outra pessoa está fazendo com que você seja infeliz, naturalmente não há nada que você possa fazer. Se você mesmo está causando a sua infelicidade, alguma coisa pode ser feita...
Alguma coisa pode ser feita imediatamente.
Então ser ou não ser infeliz está nas suas mãos.
Todavia as pessoas ficam jogando nos outros a responsabilidade às vezes na mulher, às vezes no marido, às vezes na família, no condicionamento, na infância, na mãe, no pai...
Outras vezes na sociedade, na história, no destino, em Deus – mas não param de jogar nos outros.
Os nomes são diferentes, mas o truque é sempre o mesmo.

Um homem torna-se realmente um homem quando aceita a responsabilidade total é responsável pelo quer que seja. Essa é a primeira forma de coragem, a maior delas.

É muito difícil aceitá-la porque a mente vai continuar dizendo:
“Se você é responsável, porque criou isso?”.
Para evitar isso, dizemos que os outros são responsáveis:
“O que eu posso fazer?
Não tem jeito...
Sou uma vítima!
Sou jogado daqui para ali por forças maiores que eu e não posso fazer nada.
Posso no máximo chorar porque sou infeliz e ficar ainda mais infeliz chorando”.
E tudo cresce se você cultiva uma coisa, ela cresce.

Então você vai cada vez mais fundo...
Mergulha cada vez mais fundo...
Ninguém, nenhuma outra força, está fazendo nada a você.

A alegria sempre vem de dentro de você, o amigo apenas a provocou.
O amigo a ajudou a vir para fora, o ajudou a ver que existe alegria em
seu interior.
E isso não vale só para a alegria, mas para tudo.
Para a raiva, para a tristeza, para o sofrimento, para a felicidade, para tudo...
Os outros estão só proporcionando situações em que as coisas
escondidas em você possam ser expressas.


Osho


domingo, 24 de abril de 2011

O que o impede fazer o que você deseja?


Outro dia conversando com umas amigas elas se queixaram um pouco do salário que estavam recebendo da empresa. Perguntei então porque não trabalhavam em algo por conta própria, pois assim poderiam ter possibilidades de ganhos ilimitados. "Medo der arriscar. É melhor ter um fixo que é certo, mesmo que seja pouco". Foi o que responderam.


Quando um relacionamento está ruim e você pergunta por que a pessoa não se separa e vai em busca de outro relacionamento, a reposta pode ser: "medo de acabar e ficar só; culpa de pensar em acabar; pena dos filhos; medo de recomeçar...".


Um casal que venha adiando o sonho de ter filhos poderá dizer que é melhor não ter por que o mundo está muito violento, ou por que tem medo da responsabilidade que um filho implica.
Outros podem não querer casar ou namorar por terem medo de ficar presos, perder a liberdade e etc...


O que há em comum em todas as repostas acima é que sempre surge algum sentimento negativo (medo, culpa, pena) que influencia na decisão. Estamos constantemente consultando nossos sentimentos e eles nos dizem, em grande parte das vezes, se podemos ou não ou se devemos ou não fazer determinadas coisas. Quanto mais intensos os sentimentos, mais eles irão influenciar nossas ações.


Bom seria se nós pudéssemos colocar de lado os sentimentos negativos, e assim, partindo de um estado de paz interior, tomar as nossas decisões.


Se você não tivesse medo de arriscar, ficaria no mesmo emprego? Se você não tivesse medo de ficar só, ainda ficaria casado com a mesma pessoa? Se você não sentisse medo de falar em público, será que daria palestras ou trabalharia em algo diferente? Caso não sentisse penas dos filhos e não tivesse medo de perder o amor deles, será que você seria mais firme e diria não com mais freqüência? Se você pudesse, por um minuto, colocar seus medos e outros sentimentos negativos de lado, que áreas da sua vida você mudaria? Que atitudes diferentes teria? De quais pessoas se afastaria? De quais pessoas se aproximaria?


E se fosse possível dissolver estes sentimentos? Bem, é possível fazer uma limpeza bem profunda e dissolvê-los utilizando a EFT.


Sempre que alguém chega ao consultório com qualquer questão que seja, há sempre uma série de sentimentos negativos que estão impedindo a pessoa de fazer algo, ou que estão levando a pessoa a agir de determinado modo. A forma mais eficaz de ajudar o cliente é utilizando a EFT para limpar todos os sentimentos negativos que a pessoa carrega que estão em torno dos assuntos que ela traz.


Na vasta maioria das vezes não dou conselhos, não emito opiniões, nem faço julgamentos. Apenas uso a técnica para dissolver os sentimentos. Quando os sentimentos negativos vão se dissolvendo, surgem compreensões mais profundas (insights), coragem, e confiança interior do que deve ser feito. O meu trabalho é fazer uma faxina emocional profunda. A conseqüência é que o cliente, se sentindo em paz, consegue tomar suas decisões e agir sem esforço.


As vezes mascaramos, com argumentos que parecem plausíveis, os reais sentimentos por trás das nossas ações (ou por trás da nossa falta de ação). A pessoa pode, por exemplo, dizer que "prefere" ficar em determinado emprego no qual não está plenamente satisfeita e poderá falar de algumas vantagens deste trabalho. Mas, quando vamos investigar mais profundamente, não é que ela prefira, é que ela tem medo de ir em busca de outro melhor, ou não se sente capaz, ou se acha velha demais, nova demais... O trabalho do terapeuta consiste em trazer a tona esses sentimentos escondidos que o cliente não percebe, e, além de trazer a tona, dissolvê-los com a EFT.


Vamos dizer que chegue uma mulher no consultório dizendo que deseja se separar. Aparentemente é isso que ela deseja e poderá ser a melhor coisa a fazer. Mas a principio, com tantos sentimentos negativos que ela traz o consultório, não tenho como saber se esse realmente seria o melhor caminho. O que fazemos então? Vamos dissolver as emoções.
Eu listo com ela todos os sentimentos negativos envolvidos na situação. O que é ruim de estar casada com essa pessoa? Que mágoas ela guarda? Quais os defeitos do outro? A partir dessa lista vamos aplicar EFT para dissolver todos os sentimentos encontrados. Ao fazer isso, pode até acontecer da pessoa mudar completamente a opinião e resolver não se separar mais.
Mas vamos investigar mais profundamente. Quais são os medos e sentimentos negativos que surgem ao pensar em se separar? Medo de ficar só? Pena do marido? Tristeza pelos filhos? Medo de não conseguir se manter financeiramente? Utilizando a mesma técnica, vamos também limpar profundamente cada um desses sentimentos. Depois dessa limpeza, pode ser que ela chegue a conclusão que é realmente melhor se separar, pois agora a insegurança não está mais atrapalhando sua decisão.


Um trabalho bem feito irá limpar a questão por todos os ângulos: os sentimentos que fazem a pessoa querer se separar e os que fazem a pessoa ter medo de separar. Ao procedermos dessa forma vamos tirar as emoções negativas que estão influenciando a decisão. Surge então uma paz interior mais profunda, que é a própria essência do ser humano se manifestando. Dentro desse estado de paz, a melhor decisão simplesmente brota e a mulher saberá o que fazer. A decisão vem com uma certeza, uma confiança que antes não havia, e não fica mais ao sabor das emoções, pois estas foram dissolvidas.


É muito interessante observar em consultório a mudança das opiniões e decisões das pessoas que me procuram enquanto vou aplicando a EFT. Nos cursos, enquanto atendo algum aluno voluntário da frente da turma, chega a ser engraçado para os participantes observar o aluno em tratamento mudar completamente de opinião sobre um determinado tema em poucos minutos de aplicação da técnica. Chega a parecer as vezes que a pessoa é "fraca das idéias" e que não tem uma convicção firme, pois uma grande certeza pode virar o oposto rapidamente. Mas o que deve ficar claro é que, depois que aplicamos a técnica, a certeza que brota é baseada em um sentimento de paz interior e não mais sofrerá mudanças (a não ser que mudem outros fatores). O próprio aluno em tratamento estranha a mudança . Mas é assim que funciona o processo, normalmente de forma rápida e profunda, provocando mudanças e insights que transformam os sentimentos, mudam os pensamentos e se refletem nas ações.


André Lima -EFT

Leia mais sobre A técnica EFT AQUI

sábado, 23 de abril de 2011

Não venda seu sofrimento...


Desde o começo, desde a infância, uma coisa quase sempre caminha errado. E essa coisa é que, sempre que uma criança adoece, ela recebe mais atenção. Isso cria uma associação indevida: a mãe a ama mais, o pai cuida mais dela; toda a família a coloca no centro, ela se torna a pessoa mais importante. Ninguém se importa com uma criança de outra forma - se ela está bem e satisfeita, é como se ela não existisse.

Quando ela adoece, ela fica ditatorial, ela dita seus termos. Uma vez que esse truque é aprendido - que sempre que você está doente você se torna de algum modo especial - então, todos têm de prestar atenção, porque, se não prestarem atenção, você pode fazê-los sentirem-se culpados. E ninguém pode dizer nada a você, porque ninguém pode dizer que você é responsável pela sua doença.

Se a criança estiver fazendo algo errado, você pode dizer: "Você é responsável!". Mas se ela está doente, você não pode dizer nada, porque a doença não é vontade dela - o que ela pode fazer? Mas você não sabe dos fatos: noventa e nove por cento das doenças são autocriadas, geradas por você mesmo para atrair atenção, afeto, importância.

E uma criança aprende o truque muito facilmente, porque o problema básico para a criança é que ela é indefesa. O problema básico que ela sente continuamente é que ela não tem poder e todos são poderosos. Mas, quando está doente, ela fica poderosa e todos ficam sem poder. Ela passa a compreender isso.

Uma criança tem muita sensibilidade para saber das coisas. Ela começa a ver que nem o pai é nada, nem a mãe é nada - ninguém é nada diante dela quando ela está doente.

Então, a doença se torna algo muito significativo, um investimento. Quando quer que ela se sinta negligenciada na vida, quanto quer que ela sinta "estou indefesa", ela pega uma doença, ela a cria. E este é o problema, um profundo problema. Porque o que se pode fazer? Quando uma criança está doente, todos têm de prestar atenção.

Mas agora os psicólogos sugerem que, sempre que uma criança estiver doente, cuide dela, mas não lhe dê muita atenção. Ela deve ser cuidada com medicamentos, mas não psicologicamente. Não crie nenhuma associação na mente dela de que a doença vale a pena, caso contrário, por toda a sua vida, sempre que ela sentir que algo vai errado, ela ficará doente.

Então, a mãe não pode dizer nada, então, ninguém pode reclamar com ela porque ela está doente. E todos têm pena dela e lhe dão afeto.

Noventa por cento do sofrimento existe porque vocês associaram algo, que parece bom, com o sofrimento. Abandone essa associação. Ninguém mais pode fazer isso por você. Abandone essa associação completamente, corte essa associação completamente. O sofrimento está simplesmente desperdiçando sua energia. Não fique envolvido nele, não pense que ele vale a pena. Há somente um único meio em que o sofrimento vale a pena, e esse é com consciência. Torne-se consciente.

Lembre-se de como abandonar essa associação: primeiro, nunca fale sobre seu sofrimento. Sofra, mas não fale sobre ele. Por que você fala sobre ele? Por que as pessoas continuam falando e incomodando os outros com o sofrimento delas? Quem está interessado? Para não ofender, só por isso, é que as pessoas têm de tolerar quando você começa a falar sobre doenças e angústia. Elas começam de algum modo a correr de você. Ninguém quer ouvir, porque todo mundo já tem sofrimento suficiente por si mesmo. Quem se importa sobre o seu sofrimento? Não fale sobre ele, porque falar cria associações.

Não reclame, porque, então, você está pedindo afeto, pena, compaixão, amor. Não peça, não venda seu sofrimento - recolha seu investimento. Sofra reservadamente, não torne a coisa pública.

Sofra reservadamente, sofra tão reservadamente que ninguém jamais fique sabendo do seu sofrimento. E então medite sobre ele: não o jogue para fora, acumule-o dentro e, depois, feche seus olhos e medite sobre ele.



Osho


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nem sempre...



"Nem sempre o que desejamos
é o que precisamos..."


Que tenhamos sabedoria então...




Transforme seus sonhos em realidade...



Essa técnica vai fortalecer você. Para isso, vamos focar nos seus desejos.Onde você quer estar amanhã? Em que área quer melhorar? Quais experiências quer ter? Para obter as respostas, terá que mexer com as vontades do seu espírito. Imagine, portanto, uma situação que lhe traga prazer. Não importa se ela é possível ou não.
Pare, relaxe e sinta essa situação como se fosse real.Aos poucos, virão imagens de você de bem consigo mesma e com as pessoas ao redor. Mantenha essa conexão com seu espírito, focando naquilo que imaginou. Agora vista essa situação. Como você se sente?

Observe os sentimentos que vêm à tona. Se você se imaginou alguém sem preocupação com dinheiro, significa que a despreocupação financeira é o ponto que você pode aperfeiçoar em conjunto com suas atitudes para criar uma nova realidade.

Outra técnica é pensar que aquela criatura preocupada com dinheiro não é você. Vá soltando, desprendendo-se dela. “Não sou esse ser preocupado demais com dinheiro. Nada tem poder sobre mim. A menos que eu permita.” Incorpore essa filosofia!

Agora sinta isso dentro de si. Quando a gente descobre esse poder, muda as atitudes. Resultado: refazemos a nossa realidade e partimos para as conquistas. É na conquista de nós mesmos que conquistamos o mundo. “A cada dia mais eu confio em mim.”

Para fechar, tire agora tudo o que é dramático da sua vida. Diga: “Não aceito mais acreditar em drama. Drama com a minha saúde, a aparência e as coisas que fiz, com as coisas que quero, com as situações”. Vista essa ideia. Sinta isso no corpo inteiro.

Você tem uma meta? Provoque mudanças interiores para cada vez mais essa visão se solidificar. Quando ela chegar num certo ponto de tensão, poder e força, ela começa a
produzir a realidade. E declare sempre: “Eu mereço o meu melhor”. Coloque-se numa situação em que tudo é fácil. Pense: “A vida caminha a meu favor, porque eu estou a meu favor.”

Orar é usar essas técnicas. É criar condições psicológicas para que o nosso espírito possa agir a nosso favor. Fazer ações positivas e vesti-las no corpo inteiro. Orar é a capacidade de transformar sua mente pra cada vez mais viver a grandeza do seu
espírito. E assim realizar-se!

Amém!


Eqüilibrio


Pense o que quiser, não faz diferença se você acredita ou duvida das minhas palavras. O que faz diferença é a idéia que você faz de sí mesma. Não estou aquí pra convencer você. Não sou dono dos seus conhecimentos, do seu amadurecimento.Estou falando de coração, das coisas que aprendí, das coisas que eu ví e vivi, na intenção de que elas sejam úteis pra vocês, pra vocês pararem de tatear neste mundo feito cegos e acordarem para as leis da vida.
Estou cumprindo a vontade de Deus que fala no meu coração, que me diz:
- Calunga, vai lá! Abre os olhos das pessoas! As pessoas estão naquela dor e sofrimento sem saber que existe saída, sem saber que tem remédio; lutando com a dor, entrando em desespero. Vai lá, Calunga, mostrar pro povo!
E eu fico tentando mostrar pras pessoas esse caminho, desfazendo as ilusões sobre sí mesmas, porque desde que ela se reconheçam como luzes, fica mais fácil entender a luz de Deus. Não é fácil falar da cor aos cegos, da música aos que são privados da audição. Mas essa cegueira e esta surdez não é física: é mental, é das idéias erradas que vocês acalentam, acreditando no mal e na mesquinhez, nas posses materiais e no prestígio, na justiça do castigo.
O Cristo dizia: aquele que tiver olhos de ver, veja.
Porque vocês têm olhos interiores, mas ignoram o que eles enxergam, não querem se render pras realidades superiores, pros mecanismos da harmonia universal trabalhando incessantemente.
E se agarram à vida da matéria como se fosse o seu salva-vidas. A vida só da matéria é parecida com a morte, com a morte de tudo que temos de melhor em nós.
A vida se sustenta nos dois princípios que a tornam possível: o da matéria e o do espírito.
Neste eqüilíbrio você caminha, neste caminho estreito, que é o caminho do Reino de Deus em nós.

Calunga/Rita Foelker

Perspectiva

De onde vocês olham fica tudo difícil. Difícil de aceitar. Difícil de compreender.
Eu vou vivendo e descobrindo que a paz e o conflito, a tempestade ou a bonança, o grande e o pequeno, é tudo uma questão de perspectiva.
O que você vê no Universo depende da posição em que você se coloca. E o que você sente, também.
Em que lugar você se pôs, meu filho? No lugar do injustiçado, da vítima?No lugar do opressor? No lugar do herói, do defensor? No lugar da poeira, do grão de areia? Do doente, do sofredor?
Sim, porque se cada um está onde se pôs, cada um só enxerga a vida a partir da situação em que se colocou.
A vida lhe parece horrível? A vida machuca? A vida é uma selva? E você, onde está? Por que está aí? O que o levou até esta posição?
Não se engane. A vida é um brilhante de infinitas faces, um sem número de matizes. Mas você escolhe o lado que quer olhar.


Calunga por Rita Foelker



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Olhe para as estrelas...


Você não está aí por acaso. A existência precisa de você. Sem a sua presença, algo estará faltando na existência e ninguém poderá ocupar o lugar. Isto é o que lhe confere dignidade: saber que a existência inteira sentiria a sua falta. As estrelas, o sol e a lua, as árvores, os pássaros, a terra -- tudo no universo sentiria que um pequeno lugar está vago, o qual não pode ser ocupado por ninguém mais, a não ser você.

Isto lhe dá uma alegria enorme, uma comprovação de que você tem a ver com tudo o que existe, e de que a existência preocupa-se com você. Quando você está purificado e transparente, você poderá perceber uma imensurável quantidade de amor derramando-se sobre você de todas as dimensões.

"Lar" não é um lugar físico no mundo exterior, mas uma qualidade interna de relaxamento e de aceitação. As estrelas, as pedras, as árvores, as flores, os peixes e os pássaros -- são todos nossos irmãos e irmãs nesta dança da vida. Nós, seres humanos, temos certa tendência a nos esquecer disso, enquanto procuramos cumprir nossos compromissos particulares, e acreditamos que é preciso lutar para conseguir aquilo de que precisamos. No fundo, porém, nossa sensação de estar à parte é apenas uma ilusão, criada pelas preocupações limitadas da mente.

Agora é chegado o momento de verificar se você está se permitindo receber a dádiva extraordinária do sentir-se "em casa", onde quer que você esteja. Se estiver, assegure-se de dedicar tempo para desfrutar essa sensação, de forma que ela possa aprofundar-se e permanecer com você. Se, por outro lado, você tem se sentido como se o mundo estivesse à espreita para pegá-lo, é hora de fazer uma pausa. Vá lá fora esta noite, e olhe para as estrelas.


Osho God is Dead: Now Zen is the Only Living Truth Chapter 1


Páscoa...



É necessário saber que a humanidade vive com a Consciência adormecida. As pessoas trabalham sonhando, andam pelas ruas sonhando, vivem e morrem sonhando. Quando chegamos à conclusão de que todo o mundo vive adormecido, compreendemos a necessidade de despertar. Necessitamos o despertar da Consciência. Queremos o despertar da Consciência.

Isto é Páscoa!

O renascimento de uma nova consciência totalmente voltada para o amor...

Feliz Páscoa a todos os queridos frequentadores deste blog!!!


beijos agradecidos...



terça-feira, 19 de abril de 2011

A auto-aceitação


"A auto-aceitação é uma forma de amor. O amor é o maior imã para as mudanças positivas em sua vida. Se você se amar e se aceitar pelo que você é, atrairá circunstâncias e pessoas que refletirão o seu amor próprio. É simples assim.

Sinta sua própria energia, todos os seus sentimentos. Sinta o quanto você é belo e sincero neste momento, em todas as suas lutas e tristezas. Você é lindo, com todas as suas “imperfeições” e “falhas”. E essa é a única conscientização que conta.
Abrace aquele que você é, relaxe consigo mesmo; talvez até olhe para os “seus inúmeros defeitos” com senso de humor.A perfeição não é uma opção que você conhece. É apenas uma ilusão. Criar sua realidade a partir do coração é reconhecer a sua Luz, aqui e agora. Ao reconhecê-la, ao se tornar consciente dela, você está semeando uma semente que crescerá e tomará forma no nível físico".

"Do ego ao coração" - Jeshua






Afinidade...

Algumas pessoas se destacam para nós. Não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece.
Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e tantas vezes atrapalhada, dos encontros humanos.
Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a medida do nosso bem-querer.
A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos.
O sentimento que nos move para ajudá-las a despertar um único sorriso.
Não importa quando as encontramos no nosso caminho.
Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco.
É tão rico compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não sabíamos que existiam.
É até possível que tenhamos sentido saudade mesmo antes de conhecê-las.
O que sentimos vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa.
O que é.


Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas.
Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa.
Se estão em perigo, o aperto é nosso também.
Com elas, o coração da gente descansa.
Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos.
O afeto flui com facilidade rara.
Somos aceitos, amados, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva.
Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações.
Com elas, experimentamos mais nitidamente a dádiva da troca nesse longo caminho de aprendizado do amor.


(Ana Jácomo)





Colesterol - Linguagem do Corpo

Segundo a Louise Hay, problemas com colesterol são pessoas com tendências a sufocar momentos de alegria. Medo de aceitar a alegria.


Sentem medo da felicidade, pois acreditam que algo vai acontecer e acabar com tudo, que não são merecedores.

-->Novo Padrão Mental para cura: "Escolho amar a vida. Deixo as janelas da alma bem abertas para receber todas as alegrias. É seguro receber. Eu mereço receber tudo que é bom!!!"

Lembre-se que o sangue representa a alegria de viver, quando temos qualquer problema no sangue, mostra que estamos com pouca vitalidade ( sem energia, cansado) e o colesterol dificulta a circulação do sangue(alegria) pelo nosso corpo.

Segue um áudio da Cristina Cairo falando sobre Colesterol, é só baixar ou ouvir diretamente!



--> Cristina Cairo fala sobre Colesterol - AQUI


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