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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Cada pensamento é como uma semente...


"Cada pensamento é como uma semente; no momento em que você pensa, você planta essa semente. Ela irá crescer, tornar-se uma árvore que, por sua vez produzirá frutos e criará milhares de nova sementes. Isso acontece com o pensamento positivo e com os negativo. Logo, perceba que, ao pensar de maneira negativa, você cria escuridão, com a qual você mesmo terá que lidar".

Robert Happé
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Eu só quero...



quinta-feira, 30 de maio de 2013

E assim é...


"Estou em harmonia comigo, com todas as pessoas e com todo o Universo – e tudo o que me acontece é para o meu bem. Mesmo involuntariamente, de alguma forma, desejando ou não, todos colaboram para que se materializem todos os meus desejos positivos. Assim, como só quero o bem para mim e para todos, atraio sempre o melhor. Mesmo que alguém, por qualquer motivo, tente me prejudicar, acabará agindo a meu favor. Desta forma, meu equilíbrio está sempre no nível ideal, e todo o Bem que de mim flui, volta para mim sempre multiplicado." 

Fausto Oliveira
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E assim é...

Um abraço carinhoso... a todos que sempre passam por aqui...
Bom Feriado!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Algumas verdades...


"De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades: Não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma; cuidado com o que anda desabafando; conte até três; antes só do que muito acompanhado; esperar não significa inércia, muito menos desinteresse; renunciar não quer dizer que não ame; abrir mão não quer dizer que não queira. O tempo ensina, mas não cura..." 

Martha Medeiros
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Não abra a porta pro mal...



O mal pode entrar em sua vida pelas mais variadas formas: raiva, ciúme, desânimo, tristeza, inveja, orgulho, vaidade e outros tantos sentimentos mal resolvidos. Quando o mal bater à sua porta, abra-a com cuidado. Olhe para ele, avalie-o, respeite-o, mas resista à tentação de deixá-lo entrar. Não subestime o poder que ele tem, mas não lhe dê mais poder ainda. Reflita na melhor maneira de mandá-lo embora sem provocar ainda mais a sua fúria. Faça uma oração, compreenda por que ele o está visitando e, gentilmente, de maneira equilibrada, porém, cautelosa, despeça-se dele. Diga-lhe, sem arrogância nem fingimento, que você não precisa dele. Então, feche a porta com cuidado, sabendo que, cedo ou tarde, ele poderá voltar. Quando isso acontecer, faça tudo de novo, sempre tendo em mente que acolhê-lo ou deixá-lo de fora é uma escolha que pertence só a você. Procure fortalecer o seu coração com sabedoria, confiança e dignidade, para que o mal, ao bater à sua porta, seja impedido de entrar pelas suas próprias virtudes.

Mônica de Castro
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terça-feira, 28 de maio de 2013

Ego


Todos nós nascemos sem um ego.
Quando uma criança nasce, ela é apenas consciência: flutuando, fluindo, lúcida, inocente, virgem, sem ego. Aos poucos, o ego é criado pelos outros.
O ego é o efeito acumulado das opiniões dos outros sobre você.
Um vizinho chega e diz "Que criança bonita!", e olha para a criança com um olhar de apreciação. Então o ego começa a funcionar. Alguém sorri, uma outra pessoa não sorri. Algumas vezes a mãe é muito carinhosa, outras vezes está muito zangada.
E a criança vai aprendendo que não é aceita como ela é.
Seu ser não é aceito de forma incondicional: há condições a serem satisfeitas. Se ela grita e chora e há visitas na casa, sua mãe se zanga. Se ela grita e chora, mas não há visitas na casa, sua mãe não se importa.
Se ela não grita, nem chora, sua mãe a recompensa sempre com beijos amorosos e com carinho. Quando há visitas, se a criança sabe ficar quieta, em silêncio, sua mãe fica muito feliz e a recompensa.
A criança vai aprendendo as opiniões dos outros sobre si mesma olhando no espelho dos relacionamentos.
Você não pode ver a sua face diretamente. Você tem que olhar em um espelho, e no espelho você pode reconhecer sua face. Esse reflexo se torna sua ideia de sua face, e há milhares de espelhos a seu redor, todos eles refletindo algo. Alguém o ama, alguém o odeia, alguém é indiferente.
E então, aos poucos, a criança cresce e continua acumulando as opiniões de outras pessoas. A essência total dessas opiniões dos outros constitui o ego.
A pessoa começa a olhar para si mesma da forma como os outros a veem.
Começa a se olhar de fora: isso é o ego.
Se as pessoas gostam dela e a aplaudem, ela pensa ser bela, estar sendo aceita. Se as pessoas não a aplaudem e não gostam dela, rejeitando-a, ela se sente condenada. Ela está continuamente procurando formas e meios para ser apreciada, para ser repetidamente assegurada de que possui valor, que possui um mérito, um sentido e um significado.
Então a pessoa passa a ter medo de ser ela mesma.
É preciso encaixar-se na opinião dos outros.
Se você deixar de lado o ego, subitamente se tornará novamente uma criança. Você não estará mais preocupado com o que os outros pensam sobre você, não prestará mais atenção àquilo que os outros dizem de você.
Nesse momento, terá deixado cair o espelho.
Ele não tem mais sentido: a face é sua, então por que perguntar ao espelho?

Osho

Flor do dia


"A avareza nasce do medo. É o medo que faz com que você tenha que criar uma trincheira para ter onde se esconder. Você precisa acumular e possuir para se proteger. Você aprendeu que ‘ter’ te dá segurança. Mas, isso é uma crença, ou seja, existe uma imagem congelada no seu sistema que determina isso. E é justamente essa crença que impede que a prosperidade e a abundância possam se manifestar na sua vida. A prosperidade é uma frequência divina que, como toda a frequência de energia, precisa circular. Tentar acumular e segurar coisas materiais é o mesmo que segurar maya (a ilusão) - você está apenas sustentando a identificação com o falso eu e com a ideia de separação.” 

Sri Prem Baba
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Sobre a apreciação...


"Se você ama uma flor,não a colha.
Porque se você colhe-la ela morre e deixa de ser o que você ama.
Então, se você ama a flor, deixa-a estar.
O amor não está na posse.
O amor está na apreciação."

Osho
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Shantala


Olá amigos!

Quem acompanha o blog sabe que tive um bebê há pouco tempo. Ele está completando dois meses e chegou à hora de fazer algo que sempre disse que faria quando tivesse um filho: a Shantala.  

Shantala é uma massagem indiana que além de deixar o bebê tranqüilo, alivia as cólicas e estabelece um laço especial entre a mãe e o bebê.  O ideal é fazer a partir do segundo mês, pois antes eles são muito frágeis.
Noite passada foi a primeira vez que fiz no meu bebê e ele adorou! Ficou calminho, tomou um banho morninho e dormiu feito um anjo!

Como eu moro no Sul do Brasil (e está frio por aqui), antes de começar a massagem deixo o quarto aquecido a uma temperatura de 24 graus. O meu  bebê fica tapadinho com um cobertor e destapo apenas aquela parte do corpo que será massageada no momento. 

Dicas para iniciar a massagem:
  • Comece fazendo uma limpeza energética, esfregando uma mão na outra, para que as palmas fiquem aquecidas. Faça essa fricção com as mãos no alto da cabeça, para que a energia flua. Inspire e mentalize energia positiva para o bebê. 
  • Faça um triângulo com as mãos e leve até a altura do peito do bebê (sem tocá-lo com a distância de um palmo). Separe as mãos e vá contornando todo o corpinho da criança, sem tocá-la, e expire. A cada contorno terminado, chacoalhe as mãos (como se elas estivessem molhadas e você quisesse eliminar o excesso de água). Repita o procedimento por três vezes, mantendo a respiração. 
  • Passe o óleo em suas mãos e esfregue-as para aquecer. Lembre-se de passar o óleo novamente, sempre que começar a massagear uma nova região (exceto o rosto do bebê).Use óleo especial pra bebê! Estou usando o “Johnsons Baby de amêndoas.”
  • Os movimentos são feitos com firmeza, sempre de dentro para fora (do centro para as extremidades) ou de baixo para cima. Para completar, tente começar sempre pelo lado esquerdo e terminar do lado direito. Segundo os estudiosos da medicina oriental, este é o sentido da energia no corpo humano. 
A seguir o passo a passo que retirei do site "Guia do Bebê", que achei "bem explicadinho" e é por onde estou me guiando também.

1- Comece pelo peito, deslizando as mãos do centro para as laterais, como se estivesse alisando as páginas de um livro.
2- Em seguida, você vai cruzar suas mãos pelo peito saindo do quadril esquerdo do bebê e chegando ao ombro direito, e do quadril direito para o ombro esquerdo. Deixe suas mãos subirem como ondas, alternadamente.
3- O próximo passo são os braços. Vire o bebê de lado, segure o ombro com uma das mãos (como um bracelete) e o pulso com a outra. Vá deslizando do ombro ao pulso e alternadamente as mãos sempre que se encontrarem. Não esqueça o ritmo.



4- A seguir, faça o mesmo com as duas mãos, indo do ombro em direção ao pulso. O movimento imita um rosca, com uma mão no sentido contrário da outra.



5- Antes de fazer o outro braço, massageie a mãozinha com os polegares. Alongue os dedinhos, dobrando-os para trás gentilmente. Repita com outro braço e a outra mão. Primeiro o esquerdo, depois o direito – este é o rumo da energia, explicam os teóricos da medicina oriental.



6 – Coloque uma das mãos na base do peito e deslize em direção ao ventre, como se estivesse esvaziando a barriga do bebê. Repita várias vezes, alternando o movimento com a outra mão.



7- Depois, com a mão esquerda, segure os pés erguidos. Com o antebraço direito, vá deslizando desde o peito até o ventre. 



8- Chegamos às pernas. Repita os mesmos movimentos dos bracinhos, deslizando da coxa aos tornozelos. Primeiro, alongue. Depois, massageie com as duas mãos, sempre uma em sentido contrário da outra. 



9- Primeiro, os seus polegares vão massagear do calcanhar até os dedinhos. Depois, passe a palma da sua mão na sola do pezinho do bebê. Em seguida, repita os mesmos movimentos com a outra perna.



10- É a vez das costas. Vire o bebê de bruços, atravessado em seu colo, com a cabeça para o lado esquerdo. A massagem tem três tempos. No primeiro, você coloca suas duas mãos juntas, paralelas, na nuca do bebê, e vai deslizando até as nádegas, massageando para frente e para trás. As mãos vão e vêm, subindo e descendo, mantendo o ritmo, vagarosamente.

11- No segundo tempo, sustente as nádegas do bebê com a mão direita, enquanto a mão esquerda desliza da nuca ao bumbum, lentamente.



12- No terceiro tempo, segure os pezinhos com a mão direita mantendo as perninhas esticadas elevadas. Enquanto isso, a mão esquerda passeia da nuca em direção aos pés e recomeça mais uma vez.



13- Estamos quase no fim. Vire o bebê para massagear o rosto. A partir do meio da testa do bebê, deslize a ponta de seus dedos para os lados, ao longo das sobrancelhas. Depois, coloque os seus dedos entre os olhos e deslize pelas laterais das narinas. Para finalizar, contorne a boca e o maxilar em direção às orelhas.





14- Para liberar as tensões das regiões cervical e dorsal, da caixa torácica e a respiração superior, segure as mãozinhas do bebê e cruze os bracinhos sobre o peito, fechando e abrindo.



15- Para liberar as tensões das vértebras, em especial as lombares, segure um pé do bebê e a mão do lado oposto, cruzando braço e perna, de forma que o pé se aproxime do ombro e a mão da coxa oposta. Repita o movimento do outro lado. 



16- Para relaxar as articulações da pélvis e dos ligamentos com a base da coluna, segure os dois pés, cruzando as perninhas sobre a barriga do bebê. Em seguida, abra as perninhas, estenda e cruze novamente, invertendo a posição. 

Benefícios da Shantala
·         Aumenta a oxigenação dos tecidos e estimula o fluxo de energia pelo organismo.
·         Favorecendo a respiração, ajudando o organismo a expelir toxinas e revitalizando o corpo.
·         A massagem também previne cólicas, prisão de ventre e insônia.
·         Tem uma ação relaxante e melhora o humor.
·         Atua diretamente sobre o desenvolvimento psicomotor.
·         Contribui para o contato afetivo e promove a harmonia do bebê com o mundo exterior.
 fonte é do Guia do bebe


Acredito que o grande diferencial nessa massagem é ser feita com muito...muito amor!
 Beijos relaxados...

domingo, 26 de maio de 2013

Respeite-se!


Você tem poder. É isso mesmo! Todos nós temos. E quando ganhamos a consciência desse poder, as forças do Universo trabalham a nosso favor e tudo caminha extraordinariamente bem. O grande porém é que geralmente nós nos encontramos divididos: uma parte de nós caminha e a outra fica, pois os medos e as inseguranças nos detêm. 

Uma coisa que nos faz perder o poder é a maldita vaidade. Vaidade é a ilusão de que eu vivo com o que é do outro. É infantilidade, dependência, falta de foco em si mesmo. Quer ver? Você já deve ter ouvido esta frase: "Se você me amar, serei feliz". É uma mentira! Ninguém sente dentro de si o amor do outro. Outro exemplo: "Quando todo mundo me aceitar, me sentirei maravilhosa". Nada disso! Só quando você se aceitar é que realmente vai se sentir plena.

Você vive com aquilo que tem - suas emoções, seus sentimentos, sua cabeça -, não com o que é do outro. É um erro passar a maior parte da vida submetido à aprovação e ao apoio do outro. A gente incorpora um personagem qualquer e sacrifica o próprio espírito. E vou mais longe: quanto mais poder você dá à fofoca, mais ela vem. Quanto mais poder você dá às críticas ou às perdas, mais elas ocorrem. Se você dá poder aos outros, com certeza está se rebaixando. Preste atenção: ninguém é menor que ninguém. Pare com isso e mude já essa situação!

Quanto mais importância e poder você der a seus objetivos, seus sentimentos e sua verdade, mais fortes eles ficarão. Respeitar-se é fundamental. Não importa se as pessoas te criticam ou te elogiam. O que importa é você para você! Reconheça que você é capaz de tudo. Sem ter a consciência do próprio poder, você fica com medo da vida, de não dar conta, de sofrer. Para se realizar, é preciso reverter esse quadro.

Então, acorde! Recupere sua lucidez espiritual e liberte-se das imposições morais. Afinal, elas só nos mantêm pequenos e submissos. Jogue fora tudo que te deixa fraca, culpada, desprezada, resistindo ao seu verdadeiro anseio de vitória. É um grande trabalho, mas se você não investir em si mesma, quem o fará? Não há ninguém maior que você! Dê apoio integral a si mesma e sinta as mudanças acontecerem na sua vida. Quando você está no seu poder, você arrasa!

Luiz Gasparetto
Fonte: M de mulher
imagem google


O inesperado...


"A gente planeja tanto, aí vem o inesperado fazendo festa, rindo dos nossos projetos megalomaníacos, nos ensinar que muita coisa depende de nós, mas que a vida é muito mais que um bloco de notas. Vem nos mostrar que não existe receita pronta, palavra certa, escolhas erradas, a vida se apresenta cada dia com uma nova roupa e cabe a nós tirá-la para dançar ou ficarmos sentados esperando a coragem chegar. Reaprendi a construir caminhos sem me preocupar com a chegada, apenas com cada passo da caminhada." 

Renata Fagundes


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sobre as dificuldades...



As dificuldades sempre existem, são parte da vida. E é bom que existam, ou não haveria crescimento.

Dificuldades são desafios. Elas o incitam a trabalhar, a pensar, a descobrir meios de sobrepujá-las. O próprio esforço é essencial. 

Assim, sempre tome as dificuldades como bênçãos. Sem dificuldades, não estaríamos em lugar nenhum. 

Nunca tome negativamente qualquer dificuldade. Descubra algo positivo nela. A mesma rocha que bloqueia o caminho poderá funcionar como um degrau. Se não houvesse uma rocha no caminho, você nunca se elevaria. E o próprio processo de ir acima dela, tornando-a um degrau, dá-lhe uma nova altitude de ser.

Quando você pensa criativamente sobre a vida, tudo é útil e tudo tem algo a lhe dar. Nada é sem sentido.

Osho



Não se preocupe...pois já está lá...


“Não há como retornar ao que já não existe nem como adiantar o relógio para se chegar rapidamente ao que ainda não é. Experimentar na própria alma a força terna e tecelã da vida, ao mesmo tempo em que nos sentimos tão frágeis, é um desafio que requer paciência, toda gentileza e muita fé. As novas flores já moram nos brotos, mas ainda não desabrocharam. A chuva de renovação está dentro das nuvens, mas elas ainda não verteram. A borboleta já voa na crisálida, mas ela ainda nem se deu conta direito da novidade de ter asas...”

Ana Jácomo
imagemdaqui

Acalme o passo...tudo a seu tempo!
Bom dia! :)

Liberte-se...


"Quando liberto meus ombros das amarras do mundo e do passado...meu Ser é leve e belo, colorido e transmutado..."

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quando eu estiver louco...se afaste!


Há que se respeitar quem sofre de depressão, distimia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.

Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?

Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace/Quando eu estiver louco, subitamente se afaste/quando eu estiver fogo/suavemente se encaixe...”. A letra é poética, sem dúvida, mas é o melô do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.

Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?

Já fui muito boazinha, lembro bem.

Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?

Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e direito, só nos resta nos afastar, mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.

Martha Medeiros
ZH do dia 19/05/13
imagem: google



Flor do dia


“A fé e a devoção são o maior poder da alma humana. Para ter fé e devoção autêntica, é preciso ter um tanto de humildade. O orgulho não permite que exista fé e devoção. Por isso, a primeira coisa que eu faço quando um buscador chega até mim, é dar um tapa no seu orgulho. Se você quer realizar Deus, é preciso ir além do orgulho; é preciso iluminar nem que seja uma pequena porção de humildade, para que através dela, você possa iluminar a autêntica fé e a autêntica devoção.” 

Sri Prem Baba

terça-feira, 21 de maio de 2013

Abra a janela e deixe novos ventos entrarem...


Dê a volta por cima das rotinas da mente...
Sentindo-se triste?
Dance ou vá tomar uma ducha e veja a tristeza desaparecer de seu corpo. Sinta como a água que bate em você leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira de seu corpo. Coloque sua mente em uma situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões. 
Por exemplo, se você estiver se sentindo irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva. Ao respirar profundamente, você terá confundido sua mente, pois ela não é capaz de correlacionar as duas coisas. "Desde quando", a mente começa a se perguntar, "alguém respira profundamente quando está com raiva? O que está acontecendo?" A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste você for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: "Isso é algo permitido. Você está triste, então é por isso que está tomando uma ducha." Nesse caso, a ducha irá apenas transformar-se em parte de sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente. Seu companheiro diz algo e você se sente irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa em sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! 
De repente, você perceberá que a mente é um mecanismo e que ela se sente perdida com o que é novo. Abra a janela e deixe novos ventos entrarem...

Osho
imagamdaqui

Simplesmente ADOREI! :)

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