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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A criança que somos...


Somos soldados treinados para reagir à violência com violência. Somos robôs programados para levantar a armadura diante do primeiro sinal de ataque. Mas e quando o ataque não passa de percepção, apenas uma fragilidade gritando e pedindo colo?
Ontem uma pessoa gritou comigo. E gritou comigo em uma situação absolutamente sem necessidade. Eu estava ouvindo o que ela dizia, apenas não tinha tido tempo suficiente para responder. Várias outras pessoas falavam comigo ao mesmo tempo e eu não conseguia responder a todas. E então, um grito bem diante de mim.
Me senti absolutamente desprotegida naquele momento. Não tive vontade de gritar de volta e nem de chorar, mas aquele grito pegou em um lugar em mim de dor e fragilidade. Como se eu fosse uma criança pequena e assustada. O grito me colocou em um lugar de vulnerabilidade e, evidentemente, conseguiu de mim o que queria. Minha atenção. Respondi à pergunta que estava sendo feita e ela rapidamente se distraiu de mim e olhou em outra direção.
Eu fiquei um tempo incomodada com o grito mas, passado um tempo, examinei as sensações de um lugar de curiosidade, não de julgamento, e cheguei a resultados surpreendentes. Porque a criança que eu senti despertar dentro de mim no momento em que ouvi o grito não foi a única presente no momento.
Quem gritou comigo também foi uma criança. Uma criança que, diante do descontentamento, aprendeu que gritar era a única saída para ser notada. A pessoa que gritou comigo também estava em uma posição de fragilidade, porque minhas idéias confrontavam crenças que serviam de estrutura para seu modo de vida. E lá estava eu, dezenas de anos mais nova, dizendo que ela estava errada - não exatamente com estas palavras, mas apontando em outra direção. Ela estava em uma posição de vulnerabilidade. Ela não gritou COMIGO, ela gritou PARA MIM.
Imaginar esta pessoa como uma criança de 8 anos, assustada e contrariada abre espaço no meu coração para acolhê-las e amá-la. Imaginar a mim mesma desta forma também desperta em mim uma amorosidade sem igual. Todos nós temos esta criança dentro de nós.
Como anda a sua?

Flávia Melissa
imagem: google

Achei interessante este texto, pois costumo fazer isso...
Quando fico chateada com alguém, imagino os envolvidos como crianças, fazendo birra e malcriação.
As vezes me imagino assim também...
Não sei como explicar, mas uma amorosidade surge...e o perdão também.
Se pararmos pra pensar, somos todos crianças gritando por carinho, atenção e aceitação.

Beijos amorosos

A verdade...



"...Se na sua busca pessoal tanto interna quanto externa você estiver realmente disposto a considerar tudo o que acontecer nesta viagem como uma pista e encarar a todos que encontrar ao longo deste caminho como professores e se estiver preparado acima de tudo para aceitar e perdoar realidades bem difíceis sobre si mesmo : a verdade não será negada a você." 

Elizabeth Gilbert
imagemdaqui


Enquanto estiver oxigênio entrando nos seus pulmões...


"Toda caminhada começa com um primeiro passo. Seja onde que você esteja neste momento, este é seu ponto de partida. Muitos dos nossos sonhos vão sendo deixados de lado por causa de distorções de pensamento do tipo "já estou velho demais", "isso não é para mim", "é muito difícil" ou "não dá mais tempo".

Dá tempo. Se você estiver vivo, dá tempo. A verdade é que nós nunca sabemos quanto tempo temos por aqui, mas enquanto estiver oxigênio entrando nos seus pulmões, existe a esperança. 

Não faça do seu corpo um pijama.
Não morra antes da hora."

Flávia Melissa
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

A depressão precisa de uma mente sem aceitação...


"A depressão precisa de uma mente sem aceitação: “Isso não é bom, isso não é nada bom; isso não devia ter acontecido, não devia; as coisas não deveriam ser desse jeito”. Tudo é negado, é rejeitado — não aceito.O “não” é a reação básica; até a felicidade será rejeitada por uma mente como essa.

Essa mente descobrirá algo para rejeitar a felicidade também. Você ficará em dúvida quanto a ela. Sentirá que algo está errado. Estará feliz, por isso achará que existe alguma coisa errada: “Bastou meditar durante alguns dias para eu ficar feliz? Isso não é possível!”

A mente sem aceitação não aceita nada. Mas, se conseguir aceitar a sua solidão, a sua depressão, a sua confusão, a sua tristeza, você já estará transcendendo. Aceitação é transcendência. Você eliminou o próprio motivo da depressão, então ela não pode continuar." 

Osho
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Leia também: Aceitação, o início da transformação

Guerras Internas


Acho muito generoso vibrarmos luz e amor para os problemas do mundo, como as Guerras por exemplo. Entretanto, a meu ver, é fundamental também que observemos a nossa atitude bélica de cada dia: as guerras que fazemos no trânsito, as críticas destrutivas e gratuitas que fazemos a determinadas pessoas, os indivíduos que eventualmente ofendemos na rua, os amigos com quem somos agressivos e principalmente, as guerras que travamos diariamente conosco mesmo quando: olhamos para o nosso corpo e nos rejeitamos, sentimos uma culpa profunda por termos um ego com limitações, nos auto-criticamos, nos auto-punimos e temos medo de olhar para dentro de nós mesmos.

O pior combate, no meu entendimento, sujeito a erros de percepção, é aquele que acontece dentro do nosso templo interno pois, nessa batalha, inibimos nossa verdadeira expressão e retardamos a conexão consciente com a nossa essência.

Essa guerra interna reverbera no coletivo.Já dizia o Osho que " estamos todos conectados por fios invisíveis." Quem está em guerra consigo, projeta essa atitude reativa no mundo externo.O sentimento bélico vaza pelos poros de quem é guerreiro e contamina o ambiente, motivando outras pessoas a agressão, competição, medo e reatividade.

A solução, a meu ver, está na ampliação da consciência que vem da meditação.
Quanto mais meditação, menos alienação de si.
Quanto maior o grau de consciência, maior a capacidade afetiva e, portanto, menor será a necessidade da autoafirmação através de comportamentos bélicos.

Quem está em guerra é porque, provavelmente, ainda não percebeu que o amor é subversivo e, portanto, é a maior revolução que existe. Tudo bem, cada um dá aquilo que tem no momento, o importante é continuarmos com foco no afeto.

Amor, leveza e alegria,

Gisela Vallin
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Concordo com cada palavra Gisela! :)


Estou de volta!


Olá amigos!

Quanto tempo! Que saudade!
Estava sem internet, mas agora está tudo regularizado...graças a Deus!
Já estou no meu ninho novo...hã!
Confesso que não está sendo fácil, pois foram tantas mudanças e desapegos...mas vida que segue!
Quero deixar o meu abraço por todas mensagens que recebi de carinho e incentivo nessa nova fase!
Gratidão por vocês fazerem parte da minha vida! Gratidão mesmo!!!

Um abraço bem forte, cheio de paz dentro...

Sheila Costa


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Estou de mudança!



Olá amigos!

Estarei afastada por alguns dias, pois estou de mudança.
Tenho que encaixotar tudo...fazer aquela "limpeza", descartando coisas que não quero mais e separando aquelas que eu quero levar comigo nessa nova fase da minha vida.
Desejem-me sorte! hã!
Um "upa" bem forte, em cada um que pousar por aqui!
E até breve! o/

Permaneça firme a seus propósitos...


Permaneça firme a seus propósitos. Tenha sempre em mente quem você é e o que você está fazendo aqui. Não se esqueça de seus motivos: porque você faz o que faz e porque não faz o que não faz. Se você souber de seus porquês, já terá percorrido meia jornada. E não se esqueça de que não importa onde você esteja, o quanto já tenha caminhado, o quanto tenha aprendido sobre si mesmo e sobre o mundo: você tem um Ego e ele segue com você onde quer que você vá. 
Então: Orai e Vigiai.

Flavia Melissa
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sábado, 26 de julho de 2014

Manter-se no bem...


"O magnetismo do mundo ainda é forte em nós. Nosso espírito está imerso nesse elemento sem o qual não poderíamos estar aqui. A oportunidade é preciosa e pode ser melhor aproveitada se nos esforçarmos para não dar força ao mal e ficarmos no bem. Vamos em frente procurando reagir a essa hipnose negativa que nos cerca. É preciso vigiar e persistir na verdade da nossa alma que anseia pelo melhor e quer expressar sua luz." 

Zibia Gasparetto
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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Nunca mais...


"É certo que você não receberá outra vida como esta. Você nunca mais irá desempenhar este papel e experimentar a vida como foi dada a você. Nunca mais vivenciará o mundo como o conjunto de circunstâncias desta vida, exatamente desta maneira, com esses pai, mãe, filhos e familiares. Nunca terá novamente este grupo de amigos. Você não experimentará a Terra com todas as suas maravilhas novamente neste período da história. Não espere o momento em que desejará dar uma última olhada no oceano, no céu, nas estrelas ou nas pessoas queridas. Vá olhar agora." 

"A lição mais difícil de aprender é o amor incondicional. 
Não há por que ter medo da morte. Pode ser a experiência mais expressiva de toda a sua vida. Depende de como você viveu. Tudo é suportável quando há amor. 
Dê mais amor. A única coisa que vive para sempre é o amor. 
A suprema lição é aprender como amar e ser amado incondicionalmente."

Elisabeth Kübler-Ross
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Encontre o seu mestre interior...


Os estímulos do mundo externo são, para nós, muito mais reais do que a nossa sabedoria interna. Por isso nos tornamos discípulos de alguém, fanáticos de uma religião ou caminho, apegados a pessoas que nos rodeiam, achando que são eles os nossos guias. Vã esperança! O nosso guia não está fora de nós. Está dentro de cada ser.

“A verdade do seu próprio ser mais profundo está tentando mostrar-lhe o caminho a seguir neste exato momento e você pode confiar na orientação interior que lhe está sendo dada. Esta orientação vem por meio de sussurros, e algumas vezes podemos hesitar, sem saber se compreendemos corretamente. As indicações, porém, são claras: seguindo seu guia interior você se sentirá mais pleno, mais integrado, como se estivesse se movimentando a partir do centro do seu próprio ser. Se você a acompanhar, essa célula de luz o conduzirá exatamente onde você precisa ir”.

No entanto, nem sempre é fácil ouvir esta voz interior. Para isso é preciso calma, sossego, paz. Se você sente que um exercício com imagens mentais poderá ajudá-lo a encontrar seu guia interno, tente este. Faça por 7 dias sempre ao acordar e, se sentir que resultou, repita por mais 14 dias, completando um ciclo de 21 dias. Ou continue fazendo sempre que sentir necessário. Se estiver fazendo outro exercício não misture. Espere que o outro acabe para começar este.

Exercício para encontrar seu mestre interior. 

Sentado, olhos fechados, pés firmes no chão, mãos apoiadas nas pernas com as palmas viradas para dentro, respire calmamente três vezes e leve sua atenção para a sua intenção (que está no título do exercício) e veja, sinta, ouça, perceba ou imagine que entra dentro do seu coração pelo orifício do seu corpo que achar melhor. Examine bem o ambiente do seu coração. Se estiver apertado alargue o espaço. Se estiver escuro ilumine com luz cor de rosa. Se as paredes forem opacas substitua por cristais translúcidos. Caminhe então para o centro do seu coração chamando pelo seu mestre. Conte lentamente e mentalmente até 6 e veja ou imagine que vê uma porta que se abre e por ela entra o seu mestre . Vá ao encontro dele. Abrace-o e seja abraçado por ele. Ouça o conselho que ele tem para lhe dar. Então marque um encontro com ele para revê-lo todos os dias. E sentindo que encontrou seu mestre, despeça-se dele, saia do seu coração pelo mesmo caminho que usou para entrar dentro dele e sentindo-se pleno, leve, alegre e firmemente sentado na cadeira, respire e abra os olhos.

Exercício do Livro
Tarô Zen do Osho


Árvores, ensinamentos e julgamentos


Um homem tinha quatro filhos.
Ele queria que seus filhos aprendessem a não ter pressa quando fizessem seus julgamentos.
Por isso, convidou cada um deles para fazer uma viagem e observar uma pereira plantada num local distante.
O primeiro filho chegou lá no INVERNO, o segundo na PRIMAVERA, o terceiro no VERÃO e o quarto, o caçula, no OUTONO.
Quando eles retornaram, o pai os reuniu e pediu que contassem o que tinham visto.

O primeiro que chegou lá no INVERNO.

Disse que a árvore era feia e acrescentou: 
“- Além de feia, ela é seca e retorcida!”

O segundo que chegou lá na PRIMAVERA.
Disse que aquilo não era verdade.
Contou que encontrou uma árvore cheia de botões, e carregada de promessas.

O terceiro que chegou no VERÃO.
Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.

O último filho que chegou no OUTONO.
Disse que a árvore estava carregada e arqueada cheia de frutas, vida e promessas...

O pai então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, 
porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele disse que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, 
por apenas uma estação.

A essência do que se é, (como o prazer, a alegria e o amor que vem da vida) só pode ser constatada no final de tudo, exatamente como no momento em que todas as estações do ano se completam!

Se alguém desistir no INVERNO, perderá as promessas da PRIMAVERA, a beleza do VERÃO, a expectativa do OUTONO.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras.
Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

Bom dia!

imagem:google


terça-feira, 22 de julho de 2014

Espalhe afeto...


"A vida só é uma luta para quem acredita que está numa guerra.Para quem está focado no amor, as armas são deixadas no chão e a vida torna-se um eterno render-se ao momento presente.Seja subversivo, espalhe afeto num mundo focado na competição!"

Gisela Vallin
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Você maior...



As redes sociais alimentam, mas não são as únicas responsáveis pela egolatria que tomou conta do mundo. Vivendo numa bolha chamada sociedade de consumo, cada um de nós passou a ser encarado como um produto e, como tal, precisa se vender. 

Para se colocar bem no mercado do amor e no mercado de trabalho, tornou-se obrigatório apresentar um perfil, e então tratamos de falar muito sobre nós, sobre nossos atributos e tudo o que possa fazer a gente avançar em relação à concorrência, que não é pequena. Somos os publicitários de nós mesmos, uns mais discretos, outros mais exibidos, mas todos procurando encantar o próximo, que propaganda nada mais é do que isso: a arte de seduzir.

Contraditoriamente, quando se torna necessário falarmos não de nossos atributos, mas de nossas dores, de nossas inseguranças e de nossos defeitos, fechamos a boca. Mesmo os que estão bem perto, aqueles que nos são íntimos, não escutam a nossa voz. Calamos por temer um julgamento sumário. Produtos precisam ser eficientes, não podem ter falhas.

A boa notícia é que tudo isso é um absurdo. Não somos um produto. Não precisamos de slogan, embalagem, jingle. Estamos aqui para conviver, e não para sermos consumidos. E, se quisermos que realmente nos conheçam, o ideal seria parar de nos anunciarmos como o último copo d’água do deserto.

O documentário Eu Maior, um dos trabalhos mais tocantes a que assisti nos últimos tempos, traz o depoimento de filósofos, artistas, cientistas e ambientalistas sobre quem verdadeiramente somos e como devemos nos relacionar com o universo. Entre várias colocações ponderadas, teve uma de Marina Silva que tomei como uma lição de comportamento: “Você descobre a qualidade de uma pessoa não quando ela fala de si, mas quando ela fala dos outros”.

Ou seja, o que revela sua verdadeira natureza são os comentários venenosos que costuma distribuir ou os elogios que faz sobre amigos e desconhecidos. São as fofocas que oculta para não menosprezar seus semelhantes ou que espalha por aí, acrescentando uma maldadezinha extra. Você é avaliado de forma mais precisa através da sua capacidade de enaltecer o positivo que há ao seu redor ou de propagar o negativismo que sobressai em tudo o que vê.

Você demonstra que é uma pessoa maior – ou menor – de acordo com sua necessidade de diminuir ou de valorizar aqueles que o rodeiam, de acordo com um olhar que deveria ser justo, mas que quase sempre é competitivo. É através das suas palavras amorosas ou das suas declarações injuriantes que os outros saberão exatamente quem é você – pouco importando o que você diga sobre si mesmo.

Sobre você mesmo, deixe que falemos nós.

Martha Medeiros
Na sua coluna no jornal ZH do dia 20/07/2014.


Para assistir ao filme "Eu Maior" que Martha se refere...clique AQUI

Não leve as experiências da vida tão a sério...


"Não leve as experiências da vida tão a sério. Não deixe principalmente que elas o magoem, pois na realidade, nada mais são do que experiências de sonho... Se as circunstâncias forem ruins e você precisar suportá-las, não faça delas uma parte de você mesmo. Desempenhe o seu papel no palco da vida, mas nunca esqueça de que se trata apenas de um papel. O que você perder no mundo não será uma perda para sua alma. Confie em Deus e destrua o medo, que paralisa todos os esforços para ser bem sucedido e atrai exatamente aquilo que você receia."

Paramahansa Yogananda
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