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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Toda vez que você critica alguém mentalmente...


"Toda vez que você critica alguém mentalmente, ou verbalmente, ainda que seja com as melhores intenções, automaticamente você estará se ligando ao campo energético dessa tal pessoa.(pensamento é energia e emite ondas vibracionais).
Por isso evite falar dos outros, pensar sobre as atitudes dos outros de forma intensa. (família, vizinhos, colegas de trabalho, parceiros, conhecidos, amigos, inimigos, etc)
Solte todo mundo...Viva e deixe vier!
Sintomas de trocas energéticas prejudicais: Dores na cabeça, dores na coluna, irritabilidade, dores de estômago, retenção de líquido, gripes constantes, confusão mental, briga sem motivos com pessoas próximas, aperto no peito, desanimo, mal-estar, etc.."

Fábio Boni
imagem: Melissa Haris

terça-feira, 3 de maio de 2016

Oração para abençoar o Lar...


O Amor de Deus preenche esta casa, e os seus moradores estão preenchidos de paz, alegria e tranqüilidade. Nesta casa preenchida de Amor de Deus não há de entrar nenhuma vibração mental nociva, tal como ódio, ressentimento, maldição, inveja ou hostilidade, pois tal vibração negativa não sintoniza com as nossas vibrações de harmonia e amor.

A Sabedoria de Deus se manifesta como prudência, e não há vibrações que excedam o limite em nenhum aspecto da nossa vida. Por isso, o conflito não pode entrar no meu lar; a insensatez não pode entrar no meu lar; a tristeza não pode entrar no meu lar; a apreensão não pode entrar no meu lar. As vibrações de harmonia, alegria, amor e sabedoria abrangem todas as coisas.


Este lar é morada dos filhos de Deus, é lar de Deus. Está sempre repleto de vozes de bênção  e não se ouve nenhuma voz de ódio ou mágoa. Somos a personificações da vontade de Deus; logo, neste lar não se ouvem comentários sobre defeitos alheios.

O meu lar é morada de Deus. Todos aqueles que visitam esta casa são filhos de Deus, trazem consigo o Amor de Deus, são recebidos com o Amor, e nos abençoamos mutuamente num ambiente de cordialidade.


O meu lar é morada é lar de Deus. É abundantemente provido de tudo que é necessário à nossa vida. Seja o que for que estejamos necessitando, se oramos e agradecemos acreditando que “já o recebemos”, ele surge no momento e no lugar apropriados.

O meu lar é lar de Deus. Em todos os cantos resplandece a luz da Vida, todos estamos transbordantes de Vida, dinamismo, saúde, e não há ninguém que esteja doente. Todos estamos envoltos numa atmosfera de felicidade. Mesmo quando alguém parece adoentado, acreditamos que isso não passa de “projeção da mente”. Nesses momentos, cada membro da nossa família reflete sobre seus pensamentos, afasta os maus pensamentos e manifesta sentimento de gratidão para com todas as pessoas, coisas e fatos. Purificando nossos pensamentos, desaparecem as más imagens projetadas, aparece a imagem perfeita da Imagem Verdadeira do filho de Deus, e todas as enfermidades são curadas.


O meu lar é um lar de harmonia,  de bênçãos, de gratidão,  de prosperidade, lar da Vida eterna, um lar de Deus!

Muito obrigada!  

A Verdade em Orações
Seicho-no-ie do Brasil


Essas são fotos "detalhes" da minha nova morada...
Abençoo cada canto, com muito amor!
Compartilho com todos esse momento de felicidade.
Com essa belas palavras, ditas com muita verdade e amor! 
E assim é...
:) 


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Bebês e o "corpo de dor" emocional


Todos os recém nascidos que vêm a este mundo já carregam um corpo de dor emocional. Em alguns casos, é um corpo de dor mais pesado, mais denso do que outros. Alguns bebés estão quase sempre muito felizes. Outros parece que carregam uma enorme dose de infelicidade dentro de si. É verdade que alguns bebés choram muito por não lhes darem amor e atenção suficientes, mas outros choram sem razão aparente, quase como se quisessem que as pessoas à sua volta se sintam tão infelizes como eles - e, muitas vezes, conseguem-no. Vieram a este mundo com um pesado fardo de dor humana. Outros bebés podem chorar com frequência porque conseguem sentir a emanação das emoções negativas do pai e da mãe, o que lhes causa dor e faz com que o seu corpo de dor cresça, absorvendo a energia dos corpos de dor dos pais. Qualquer que seja o caso, à medida que o corpo físico do bebé cresce, também o seu corpo de dor cresce.

Uma criança com um corpo de dor pouco denso não vai necessariamente ser um homem ou uma mulher espiritualmente «mais avançado» do que uma criança com um corpo de dor mais denso. Na realidade, costuma dar-se o contrário. As pessoas com corpos de dor densos costumam ter mais hipóteses de despertar espiritualmente do que as que possuem corpos de dor relativamente pouco densos. Embora algumas permaneçam presas aos seus corpos de dor densos, muitas outras chegam a uma altura em que já não conseguem viver com a sua infelicidade, por isso a sua motivação para despertar torna-se forte.

Eckhart Tolle
Um Novo Mundo, pag 121
imagemdaqui

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Estou em construção...



Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos. Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos. Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos. Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe. E, assim, vamos causando transtornos. Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção. Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma. O outro também está em construção e também causa transtornos. E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca. Outras vezes, é o cal ou o cimento que suja nosso rosto. E quando não é um, é outro. E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer. Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros. Esta é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram. A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão. Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante. Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado. E será um desperdício. O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão. É um banho na alma! Deixa leve! Se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos… 
Estou em construção! 

Gabriel Chalita

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Delicadeza e Gentileza...


"Delicadeza não se ensina, é diferente do respeito. Delicadeza é temperamento, não se obtém com a idade, não é uma promoção da sensibilidade, não vem com a educação ou com a imitação dos pais. Delicadeza é um defeito maravilhoso, uma entrega irreversível. É uma loucura do bem, uma paranoia sadia. Oferecer mais do que foi pedido, oferecer-se á toa. Sucumbo diante da delicadeza: a delicadeza é gentileza refinada. Não é um hábito, mas uma missão. A delicadeza é vontade de abraçar com as palavras, beijar com as palavras, assumir as palavras. 

Gentileza não é para qualquer um. Não é boa ação , não é ajudar alguém atravessar a rua, mas ajudar a atravessar o rosto. Gentileza não pede recompensa, não conta pontos ao paraíso. Gentileza é ser mais do que estar. É cuidar sem precisar ser cuidado. É compreender sem necessitar perguntar. É uma compaixão por aquilo que não presta, mas que tem muito sentido. É passar livros que se gosta adiante, roupas que se gosta adiante, lembranças que se gosta adiante. Quem acumula não é gentil, gentil é quem não se economiza, não deseja colecionar pertecimentos. 

Delicadeza é uma felicidade que não acaba nem com a tristeza. É uma gana de viver que não termina nem com a dor. Delicados são os que guardam uma letra de música para dizer um dia a sua companhia predileta, é dançar coladinho na sala com a própria voz, é lavar pratinhos dos vasos na chuva. É se importar com aquilo que tem necessidade, é criar necessidades do nada. É perder tempo pensando no outro mais do que em si mesmo, é ceder espaço para o outro mais do que a si mesmo. É um gesto natural, amar a disposição, amar o que vem pelo acaso, amar o capricho, fazer as coisas tão acabadas que o embrulho é o próprio presente. 

Gentileza é uma paixão responsável. É quase uma telepatia se não fosse presença completa. A presença é sempre maior do que a telepatia.Gentileza nunca é forçada, é espontânea ou não é, não pode ser explicada, não pode ser cobrada. Ela não ocorre uma vez ao dia – ela é um estado permanente da audição, é segurar o mundo pelos ouvidos. A gentileza é a generosidade mais verdadeira, porque não depende de ninguém, não é um investimento, não traz juros para fé. Irrompe como um riso, e não tem autoria como a alegria.
É de todos em você."

Fabrício Carpinejar
imagem:google


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Não opinar sobre a vida alheia...


"Deveríamos nos abster de opinar sobre a vida alheia...não sabemos o que nos espera no passo seguinte. Quase todas as pessoas que observei recriminando os outros caíram naquilo que criticaram."  
Chico Xavier
imagemdaqui


quinta-feira, 21 de abril de 2016

O sonho dos ratos..,



Um texto reflexivo...

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho…Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. 


Rubem Alves🍃

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Flor do dia


“Somos levados a acreditar que sucesso significa realizar-se na matéria. Somos bem sucedidos quando produzimos uma bela obra de arte, desenvolvemos um sofisticado projeto, ocupamos um cargo importante ou quando ganhamos uma alta quantia de dinheiro. Eu não condeno esse tipo de conquista; isso faz parte da vida, mas o verdadeiro sucesso é quando tomamos consciência daquilo que nos aprisiona; quando tomamos consciência da nossa insanidade. Ao perceber a nossa insanidade, começamos a nos tornar sãos. Ao perceber o que está inconsciente, expandimos a consciência e podemos perceber o que está além da matéria - o espírito.” 

 Sri Prem Baba 🍃

Sigo sem internet....😟


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