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sexta-feira, 24 de julho de 2015

O que desejo a você...


"Desejo à você, luz, paz, amor e perdão. Sim perdão. Pode parecer bobagem, algo passageiro, mas velhas mágoas empacam nosso futuro.Perdoar os outros, perdoar a si próprio. O perdão não nos faz menos, pelo contrário, nos faz humildes, mais próximos de Deus, do amor verdadeiro, singelo, fraterno. Se queremos um mundo melhor, comecemos por nós mesmos, perdoando."

Fabiana Granzotti


Ficarei sem postar por alguns dias...
Vou fazer uma pequena viagem em família!!!
Mas volto em Breve!!
Até amigos!!! :)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Aprenda a fazer o Ritual do Chá...



Olá amigos!

Hoje trago até vocês o ritual do chá, que aprendi com o Bruno J. Gimenez.
O Bruno é quem escreveu um livro maravilhoso sobre Fitoenergética que estou lendo e amando. 
As plantas, depois de ativadas, tem o poder de atuar diretamente na nossa alma, transformando nosso campo de energia.
Neste vídeo ele ensina o passo a passo...



Paz, harmonia...e muito chá!
Beijos Relaxados...

terça-feira, 21 de julho de 2015

Tudo depende de você...


" Se você está em profunda agonia – sofrendo, triste, deprimido – a existência inteira parece estar deprimida. É você, não a existência. A existência permanece a mesma, mas os estados de sua mente mudam. Num determinado estado, a existência parece estar em festa; em outro, ela parece estar triste. Ela não está; a existência é sempre a mesma. Mas você está sempre mudando e sua mente sempre sendo projetada. A existência atua como um espelho. Você se reflete nele. Se você pensar que tudo aquilo que interpretou é o fato e não apenas uma projeção, mergulhará em ilusões cada vez mais profundas. Mas se puder entender que não se trata de um fato mas de uma ficção da mente – que tudo depende de você e não da própria existência – então você pode mudar. Pode passar por uma mutação, uma revolução interior por acontecer, porque agora depende de você."

Osho
imagem: Amanda Clark

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Quando estamos em crise...


"Quando estamos em crise por algo específico ou por tudo, uma preciosidade acontece: saímos do lugar. Damos um passo adiante. Buscamos por outras paisagens, outros personagens, novas histórias. Por mais dolorosa que seja uma crise, ela é um aprendizado. Ele nos diz que o que estamos fazendo não serve mais para que obtenhamos o resultado almejado. Ela nos mostra que aquela relação teve o seu tempo esgotado. Que aquele emprego não nos faz mais feliz. Que gostaríamos de começar outra atividade, nos especializar em outra coisa. Enquanto estamos confortáveis, não nos movemos porque tudo está do jeito que queríamos. Quando esta fase passa é hora de subir outro degrau, abrir um pouco mais a mente e reavaliar o que tem ocupado o nosso coração. Aproveite as crises para crescer, para ousar, para criar um movimento em seu benefício. Reclamar do processo não o resolve. Aceite e ponha ação em suas palavras. E, se puder, agradeça. Há merecimento nas graças obtidas pela gratidão..."


Marla de Queiroz


Feliz dia do amigo!!!



"Não importa a quantidade...
 mas sim a qualidade de quem anda ao nosso lado!"
  
Feliz dia do amigo! 
Essa é uma singela homenagem do blog a todos vocês amigos leitores que pousam nesse humilde telhado e enchem meu coração de alegria! :)

domingo, 19 de julho de 2015

Uma oração para hoje...


"Deus é meu pai e está presente em todas as partes do universo. 
Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu esteja, Deus está comigo e me protege.
Deus é vida infinita que flui constantemente para dentro de mim e faz com que eu tenha saúde. 
Estou sempre envolvido pelo amor de Deus e, por isso, minha mente está sempre na paz plena de confiança. " 

Minhas Orações- Masaharu Taniguchi

quinta-feira, 16 de julho de 2015

A falsa autoestima: uma máscara que esconde o que existe por baixo




A falsa autoestima é como uma imagem que criamos para nos proteger, não para nos prejudicar, mas para fingir que não temos problemas de segurança. 


Muitas vezes, as mesmas pessoas que criaram uma falsa estima, não têm conhecimento de que elas têm, na verdade, uma estima baixa porque as ferramentas que elas usam para esconder a verdade enganam até a elas mesmas.

Abaixo veja 5 falsas  aparências que podem esconder uma estima baixa e muito frágil

Beleza:

Muitos pensam que uma pessoa bonita, deve ter necessariamente uma autoestima elevada, mas isso não é verdade. A autoestima não dependente de uma pessoa ser mais bonita ou mais feia. Há belezas com baixa autoestima, e pessoas que estão fora dos padrões sociais e possuem uma ótima estima. Uma pessoa é muito mais do que o seu físico. Existe toda uma personalidade por trás dos atos, decisões e sentimentos. Uma pessoa “menos bonita” (dentro dos padrões sociais)  pode fazer muitas coisas e não deixar que a aparência influencie em sua vida decisivamente.

Entretanto, será que dá para saber se uma pessoa tem uma boa autoestima ou se essa estima é falsa?

Pessoas que são bonitas, mas têm estima baixa se sentem como uma fraude. Toda e qualquer imperfeição que acham em si, seja estar despenteada, sem maquiagem ou roupa “adequada” deixa essa pessoa rápido e extremamente insegura. Essas pessoas são reféns de roupas e acessórios de grife, pois medem sua estima pelo preço do que vestem. Se gastam muito, acham que valem mais e que os outros também acharão que elas têm mais valor. Você nunca vai ver essas pessoas descuidadas e negligentes porque isso as faz perder a confiança. Elas se apegam à imagem porque duvidam do seu próprio valor. Infelizmente, isso pode sair pela culatra, porque uma vez que a beleza física declinar, também a segurança afundará com ela e a confiança desaparecerá. Nesse momento vemos pessoas exagerando em plásticas em busca de uma juventude e de uma confiança que não tem volta.

O sucesso profissional:

Para alguém que tem estima baixa nada pode ser melhor do que um bom posto de trabalho para se esconder e esquecer que, na verdade, não se valoriza. As pessoas com baixa estima e que se escondem atrás de seu sucesso profissional são as que dão sua vida pelo trabalho com pouco ou quase nenhum tempo de folga. Eles não se importam com  a falta de tempo porque sentem que o trabalho lhes fornece uma identidade que lhes dá segurança. ” Eu sou advogado, eu sou médico, sou um diretor, eu sou …” serão palavras mágicas que farão com que essas pessoas se sintam valorizadas EXTERNAMENTE.

Essas pessoas precisam de um “título” porque sem seu trabalho elas sentem que não têm valor. Quantas pessoas você já conheceu que fazem questão de serem chamadas de “doutor”, por exemplo?

Nós não somos nosso trabalho e um bom cargo não deve substituir a identidade de uma pessoa. Uma pessoa com uma estima saudável não se sentirá superior por causa do cargo que ocupa. Essa pessoa desfrutará de seu cargo sem alarde, pois não precisa dele para se sentir alguém.

Já uma pessoa com falsa estima precisará se autoafirmar pelo seu cargo, não exitará em pisar em outras pessoas e achará que é “superior” aos que estão ao redor.  O complexo de superioridade esconde fraqueza e é como um mecanismo de defesa que coloca a mente em função de uma falsa estima, mas que na verdade promove um auto engano como uma medida de “salvação” interna.

Economia e posses:

Tal como acontece com o local de trabalho, pessoas que acumulam muitas posses e bens materiais podem ficar cegas para a sua própria identidade . Essas pessoas podem pensar que elas são sua própria riqueza, elas confundem-se com seus bens. A característica de uma pessoa com falsa estima nesse caso seria se orgulhar demasiadamente de seus pertences e, sobretudo, comprar tudo para estar na última moda em todos os sentidos, seja em roupas, eletrônicos, etc … Eles precisarão ter o melhor dos melhores e os superlançamentos para se sentirem importantes. Prestem atenção que gostar de coisas novas e boas é diferente de sentir que “tem que se ter” tudo o que é top de linha.

Essas pessoas precisam exibir o que têm e mostrar exageradamente seus bens para receber o reconhecimento da sociedade. Sãos os “reis do camarote” que alimentam uma estima falsa agarrando-se às coisas externas como o trabalho, o dinheiro, posses, beleza, etc.

Já as pessoas com uma estima saudável, quando estão financeiramente bem, não sentem a necessidade de se apegar à moda. Elas não vão se importar se estiverem carregando um telefone que não é o último lançamento, nem precisarão usar marcas caras, ou ter um carro de extremo luxo, etc … Elas não precisam porque seu objetivo de vida não é se destacar dos outros e é justamente por isso que elas aproveitam muito mais o que têm, com humildade e sem se sentirem superiores a ninguém. Por desfrutarem de uma boa estima, elas não se importam com o que os outros pensam e não precisam se gabar de qualquer coisa. Eles não buscam o reconhecimento de ninguém porque o possuem em seus interiores.

Narcisismo:

Outra forma de esconder as inseguranças, seria usar uma máscara de narcisismo. Essas pessoas pensam que inflar o ego e exibirem-se resolverá o seu problema.

Muitas vezes eles não o fazem conscientemente, mas por não se sentirem valorizados, criam uma falsa identidade que precisa se sentir bem e aceita na sociedade. Eles vendem uma imagem, postam dezenas de selfies nas redes sociais, mas, na verdade, internamente não se sentem confortáveis. Essas pessoas também podem se tornar cruéis. Uma pessoa que não ama a si mesma pode tentar atacar as fraquezas dos outros para se sentir melhor e mais poderosa.

Instabilidade nas relações amorosas:

Pessoas inseguras têm medo de compromisso. Alguns buscam parceiros com um perfil de liderança e se deixam levar. Outros, para se esconderem do medo do compromisso, tentam vincular-se de forma passageira. Podem ser pessoas sedutoras e que esbanjam sensualidade. Nos homens a figura do “galã” se encaixa bem na descrição. Na verdade eles temem gastar muito tempo com a mesma pessoa, tem medo de se apaixonar e também sabem que, como muito do que mostram é encenação, não sustentarão o papel apresentado. Eles costumam se gabar de paquerar muito, mas são, na verdade, inseguros e incapazes de ter uma parceira estável em uma relação madura.

Características relacionadas a uma estima falsa

Sentimento de superioridade, a inveja, a crueldade para com os outros. Quer conhecer alguém? Apenas observe como essa pessoa trata os outros.

Outros sintomas incluem:  a arrogância, o orgulho, julgamento. Não são capazes de reconhecer seus próprios erros e muito menos de pedir desculpas.

As pessoas que falam demais, colocam e dão muita ênfase em ser o centro das atenções, também tendem a ter baixa autoestima. A necessidade de se gabar sobre a sua vida, de fazer grandes promessas ou mesmo de montar grandes projetos aos quais não darão sequência são maneiras de se valorizar. Pessoas que passam muito tempo se gabando, fazem isso porque dentro de si não se aceitam. É como se, por um momento, eles fossem os protagonistas de uma fantasia que os coloca em um lugar muito bom.

Quando uma pessoa erra, você também pode ver muito bem como é a estima dela. Aqueles que são capazes de reconhecer um erro, mas não se culpar pelo que aconteceu, porque eles não sentem que eles são o problema, e sim as estratégias que escolheram, esses têm boa autoestima. Essas pessoas também não ficarão se lamentando antes de  buscar um novo caminho para alcançar seu objetivo.

Quanto mais nos desapegamos de posses e aparências, mais nos aproximamos de nosso “eu”. Pessoas de baixa estima levam muito mais tempo para superar as adversidades da vida , mesmo que precisem se apegar a uma doença psicossomática como um modo de vida e se esconderem em novos papéis: o de vítima, por exemplo. Por isso, é muito importante manter uma estima saudável, ela é a base de toda a nossa vida emocional e determinará a completude e o real significado de nossa existência.


Por Cristina Pérez, via: La mente es maravilhosa
Do original: La falsa autoestima: una máscara para ocultar que la tenemos baja
Fonte: Conti outra
imagem: google


Que docinho fácil! Pudim de Caneca!


Olá amigos!

Hoje, vou trazer uma receita muito simples e deliciosa!
Pudim de Caneca!

Ridiculamente fácil de fazer...o maior cuidado tem que ser o "tempo do microondas." 
Pois cada microondas tem a sua potência...enfim...
Vamos aos ingredientes?!

Primeiro passo:

Em uma caneca coloque:
  • 1 colher de açúcar
  • 1 colher de água
Mexa e leve ao microondas por 1 minuto. Se quiser mais douradinho...vá deixando de 15 em 15 segundos, conforme queira. Depois espalhe a calda na caneca e reserve!

Segundo passo:

Em outra caneca misture:
  • 1 ovo
  • 8 colheres de leite
  • 8 colheres de leite condensado.
Bata bem e coloque essa mistura na caneca caramelizada...e leva ao microondas por 1 minuto.
Se depois de 1 minuto você perceber que não cozinhou o suficiente...deixe por mais 15 segundos. Se não cozinhou ainda...mais 15...e assim por diante. 

A única coisa chata...é que tem que esperar gelar! Não dá para comer pudim quente! Senão dá dor de barriga hem! :)
Olha o meu sendo devorado...


Depois de alguns minutos na geladeira...é só se deliciar!
Essa receita é ideal para quem não quer fazer um pudim inteiro....só quer uma docinho no meio da tarde...Um docinho rapidinho e facinho...

Beijos Gulosos!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

O verdadeiro silêncio...


"Se você quiser ser verdadeiro terá de se tornar silencioso — porque noventa e nove por cento do que você diz é absolutamente falso; automaticamente o blá-blá-blá desaparece. E existem dois tipos de silêncio. Aquele que você força a si mesmo, que não é realmente um silêncio. Você pode cortar sua língua, mas não será silêncio. Você pode fechar sua boca, mas esse não será o silêncio verdadeiro — porque, por dentro, o blá-blá- blá continua sem parar. 
O verdadeiro silêncio vem quando você começa a falar a verdade."

Osho

Acabar com a tagarelice mental...
Falar apenas aquilo que vem do coração...
Não é fácil...mas a gente chega lá! :)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O que realmente importa...


"O que realmente importa mora dentro de nós, o resto são expectativas alheias.
De um dia para o outro as coisas podem mudar. Vivemos entre o susto e a sorte. Voam-se minutos, horas, dias e, de repente, já se foi mais um fim de ano. O tempo passa tão rápido que muitas vezes nem conseguimos notá-lo. Deixamos para depois muitas coisas que podíamos fazer agora. Como perdoar alguém, escrever uma carta e pedir desculpas. Como, simplesmente, ouvir um desconhecido.
O tempo também passa inexorável às nossas dúvidas e receios. E a compreensão de que o tempo está passando nos traz o silêncio do vazio. Porque o silêncio nos fala o que não temos, ou o que perdemos.
O vazio é um poema que ainda não foi escrito. O vazio está naquela pessoa que ainda não amou alguém de verdade, ou que não conseguiu ter um filho, ou que perdeu os seus pais. Também está na pessoa que fica insegura por não encontrar algumas respostas enquanto se passam os melhores anos de sua vida. Como se os sonhos que a encorajam a declamar o alvorecer de cada dia, curiosamente, passassem a ter medo da escuridão, e da falta de inspiração.
Mas, enquanto a vida corre, é que descobrimos nossos erros e acertos, e, entre eles, aprendemos quem somos de verdade. Olhamos nosso avesso para não ficar procurando o sentido das coisas; então, aprendemos simplesmente a senti-las. Sentimos dor, amor e nossas próprias incertezas. Sentimos o peso do tempo se tornar mais leve.
Quero ser o luar da minha solitude, e a andorinha que voa em minha esperança. Para ampliar a solidão em cores e sons, quero amanhecer em mim. Manoel de Barros nos ensina a transver o mundo: “O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê”.
É preciso reinventar a vida, apesar das dificuldades. As guerras existem e a morte está por todo lado, como um sertão de tristezas. Mas, por mais difícil que possa parecer, ‘desaprisionar’ a alma é criar um lugar só nosso para preenchê-lo de vazios. Porque, como disse o poeta, o vazio é um espaço infinito, à espera de novas possibilidades e de uma imaginação livre.
Mesmo que nada dure para sempre, a vida continua para os que ficam. E a cada passagem da vida, não somos mais os mesmos. Estamos sempre nos reinventando. Queremos ficar sós e juntos. Somos momentos de fim e recomeço. Somos o que temos e o que não temos, mas, sobretudo, somos o que damos uns para os outros"

Rebeca Bedone
Fonte: Revista Bula
imagem: Amanda Clark



sexta-feira, 10 de julho de 2015

A única coisa que está nas suas mãos é a sua vida!


"Milhões de pessoas viveram sobre a terra e não sabemos nem sequer o nome delas. Aceite esse fato simples: você está aqui apenas por alguns dias e depois irá embora. Esses poucos dias não devem ser desperdiçados com hipocrisia, com medo. Esses dias precisam ser muito bem aproveitados. Ninguém sabe nada sobre o futuro A única coisa que está nas suas mãos é a sua vida - faça dela a mais interessante possível..." 

Osho
imagemdaqui


 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Você se sente deprimido?


Você se sente deprimido?
Então, só por um momento, sinta-se deprimido,
Sem tentar se livrar desse sentimento, sem procurar ter outro tipo de experiência.
Tente deixar de lado a rótulo deprimido, e comece a investigar a vida que se move por seu corpo, que é anterior à palavra, anterior a qualquer conceito.
Sinta diretamente o estado natural das sensações em seu corpo, em sua barriga, em seu peito, em sua garganta, em sua cabeça.
Como são as sensações, dolorosas, agudas, variantes? Palpitam, vibram, tremem? Se movem rapidamente ou devagar? Mudam quando você lhes dá atenção?
Permita que as sensações bailem, se movimentem, se intensifiquem ou se afastem.
Não há nada que seja bom nem mau.
Deixa que todos seus pensamentos, imagens mentais, sonhos, fragmentos de história estejam aqui também.
Permita que fiquem, permita que se vão.
Permita que sejam ondas no oceano de Ti.
Renuncia à cansativa luta de mudar aquilo que já é.
Encontra teu descanso no meio da preocupação.
Constrói uma atenção ao que está presente, não ao que está ausente.
Seja a luz que ilumina, e amorosamente abraça a sua presença consciente.
Neste momento, não trates de fugir da depressão, só ouça o cantar deste momento.
A canção de um constante mudança.

Jeff Foster


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Abra o coração só com quem você tem afinidade...


Ao que me parece, não dá para abrir o coração com que se tem pouca ou nenhuma afinidade. Essa pessoa não te percebe, não tem empatia para acolher a sua dor, para perceber a sua realidade. Ela sempre vai dar um jeito de usar a sua fragilidade para te dar uma " lição de moral " e usar aquilo que você falou contra você. Desse modo, ela tem a ilusão de superioridade.
Assim, ela usa a sua vulnerabilidade para te dar aulas de comportamento para se sentir superior, mesmo sem você ter pedido aquela aula. Mesmo que a sua dor também seja parecida com a dela.
Como diria Rubem Alves :
"Ninguém quer aprender a ouvir. Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que 'não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso não ter filosofia nenhuma'. Filosofia é um monte de ideias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. (…) Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. (…) Para ver é preciso que a cabeça esteja vazia. (…) Parafraseio o Alberto Caeiro: 'Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma' ."
Por isso, minha sugestão amorosa de hoje é : selecione bem com quem você sente afinidade para expor suas fragilidades porque não é todo mundo que está com o coração aberto para acolher a sua angústia de forma perceptiva, amorosa e generosa.Inclusive, ao que me parece, a maioria das pessoas não tem esse grau de consciência.
Se a pessoa tem uma sugestão para dar para você melhorar seu comportamento, ótimo, desde que você tenha pedido ajuda para ela e que, acima de tudo, ela o faça de forma amorosa e generosa, com humildade, sem impor aquela ideia como verdade absoluta, de modo pedante.
Com amor, leveza e alegria,

Gisela Vallin
imagemdaqui


terça-feira, 7 de julho de 2015

Manter-se sereno...


"Discutir não alimenta. Reclamar não resolve. Revolta não auxilia. Desespero não ilumina. Tristeza não leva a nada. Lágrima não substitui suor. Irritação intoxica. Deserção agrava. Calúnia responde sempre com o pior. Para todos os males, só existe um medicamento de eficiência comprovada. Continuar na paz, compreendendo, ajudando, aguardando o concurso sábio do Tempo, na certeza de que o que não for bom para os outros não será bom para nós..."


Chico Xavier
imagrm: kelly Vivanco



segunda-feira, 6 de julho de 2015

A vida que você escolheu...


"Quanta vida pode haver numa vida só, já se perguntou alguma vez?
Você vive quando apenas abre os olhos e respira. Ou quando não perde aquela chance. 
Vive quando larga tudo e começa uma nova ideia; quando consegue começar de novo.
Vive para ser maior; e indo mais longe, vive mais tempo, porque mais importante que chegar é a vontade de partir.
Você vive quando sai de casa sem blusa e vem o frio. Quando acha que vai chover, e faz calor. Vive quando desses pequenos enganos ainda tira um sorriso e o dá de presente. E, assim, fica mais cheio de motivos para viver. Você vive quando entende que vive melhor quando vive junto; e aí compartilha, divide, cuida.
Você vive quando conhece aquela pessoa e por ela cruza as ruas e os continentes. 
Vive quando nunca cruza os braços. 
Você vive quando um se torna dois e vocês viram três, e ficam cheios de uma vida totalmente nova.
Tem gente que vive só quando o sapato aperta; outros só quando os pés saem do chão.
Tem gente que vive para mudar o mundo. E tem aquele que gostaria de mudar tudo só para não mudar nada e viver ali, quietinho. 
Vivemos quando redescobrimos o amor… o amor próprio; o amor ao próximo.
Tem gente que espera pela vida. Tem gente que vive correndo atrás dela. 
E tem aqueles que a criam em cada respiração, no suor e no sangue, nos sonhos que jamais deixam morrer. 
Você vive quando entende que viver é ser este movimento que nunca para. 
Porque afinal, no dia em que ele, enfim, parar, você já não precisa mais se preocupar com a vida.” 

Oruminante

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