Pesquise no blog:

Carregando...

Tradutor

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Como reconhecer seus talentos e realizar seu propósito de vida



Alguma notícia dos seus dons e talentos você já deve ter tido. Alguns os reconhecem desde muito cedo. Outros passam a vida sem reconhecê-los. O fato é que todo o ser humano nesse mundo carrega consigo dons e talentos, sem exceção. Eles são uma forma particular de como o amor se expressa através da pessoa. Muito embora na essência sejamos um, essa essência se manifesta de uma forma muito particular através de cada um.

Existem grupos de talentos. Por exemplo, alguns tem o talento de lecionar, mas cada um vai lecionar de uma maneira diferente. É como uma impressão digital, só você faz desse jeito e quando dá passagem para isso sente um encaixe, um sentimento de pertencimento. Você sente satisfação em acordar de manhã porque sabe o por que e para que está acordando. Você se sente guiado. Isso significa que entrou na corrente de transmissão de energia: a felicidade é dada para você para que seja transmitida para o outro.

O que propicia o sentimento de pertencimento é a consciência do propósito, do que você veio fazer nesse mundo. Quando você está consciente dele, consegue ver sentido nos dons e talentos que carrega e pode utilizá-los para realizar aquilo que precisa ser realizado. Pode ser até que alguns talentos só possam ser reconhecidos depois de você tomar consciência do propósito. O fato é que seus dons e talentos são o mecanismo necessário para que seu propósito se realize.

É possível que você já reconheça seus talentos e os coloque em movimento, mas ainda não consiga se sentir guiado. Isso é sinal de que ainda falta curar algo dentro desta esfera de trabalho interno. Há ainda, casos em que você não consegue reconhecer se carrega algum dom ou talento consigo. Mas se você está tomando consciência disso, será inevitável se questionar: o que eu vim fazer aqui? Qual é o meu lugar nesse mundo?

Quem já consegue compreender pelo menos em algum nível que, por não estar dando ao mundo aquilo que veio para dar, se sente vazio, angustiado e sem motivação para viver, já está no caminho de encontrar o que tem para dar. Estamos falando de você partilhar seu tesouro com o mundo e é bastante lamentável que o ser humano tenha se esquecido disso. Ele foi tão severamente reprimido que deixou de expressar seus talentos naturais. Mas para partilhar com o mundo seus tesouros, você precisa se libertar do não que há em você para fazer isso.

Por mais que haja uma parte consciente dizendo: “eu quero encontrar os meus dons e talentos, eu quero me sentir pertencendo”, eu lhe afirmo que tem uma parte em você, que você ainda não conhece, e que não quer dar nada para ninguém. E se você não enxergar isso, você vai se distanciar cada vez mais do seu coração.

É assim é com todo aquele que carrega dentro de si uma ferida aberta. Essa é uma das maneiras que você encontra para manifestar a sua revolta por ter sido machucado um dia: não permitindo que o amor flua através de você, por meio de seus dons e talentos. A corrente de força por trás disso diz algo como: “Você não deu o que eu queria; você não fez o que eu esperava que fizesse e então agora eu também não te dou o meu melhor”.

Uma das formas preferidas que a entidade humana encontra para tentar punir o outro por não ter sido amado, ou por ter sido impedido de manifestar a sua espontaneidade, é se punindo. É uma forma estúpida, mas por isso que chamamos tudo isso de ignorância. Qual é a sua razão para não deixar seus dons e talentos se manifestarem? Aí é com você. Eu posso te ajudar a enxergar por que é que está na contramão.

Às vezes, esse esforço para enxergar seus dons e talentos já é uma forma de fugir deles. Você fica cada vez mais frustrado porque não consegue acessá-los. Então, ao invés de continuar buscando essa resposta, pegue outro caminho: trabalhe para olhar por que é que você fechou seu coração e parou de permitir que o amor flua por você. Quem você quer punir com isso? Quem te machucou e você não quer que seja feliz? Ao manter seus dons e talentos trancados no cofre você está sabotando sua felicidade, porque se colocá-los em movimento você inevitavelmente vai ser feliz. E se você for feliz, o outro também vai ser feliz.
Que você possa abrir seu coração e com essa chave poder reconhecer, ativar e pôr em movimento os seus talentos.

Sri Prem Baba
imagem:google


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

As pessoas podem gostar de você ou não...



As pessoas podem gostar de você ou não - e isso ter pouco ou NADA a ver com você.
Já disse e repito: nós não vemos as coisas como elas são, e sim como nós somos; mero jogo de luz e sombras, projeção. Cuidado com a armadilha de achar que alguém não gosta de você ou não te aprova porque VOCÊ não é tão bom nisso ou porque VOCÊ não conseguiu realizar aquele feito incrível ou que quando VOCÊ fizer tal coisa ou conquistar tal objetivo vai conseguir ser merecedor do amor de quem quer que seja - VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ? Tudo depende de VOCÊ e de algo que VOCÊ fez ou ainda não fez? Qual é o seu nome? Umbigo do mundo? 

Você não é a última coca cola gelada do deserto. Você não é a bala que matou o Kennedy. Você é um ser humano como qualquer outro, que está no caminho, aprendendo e evoluindo e se permitindo. Aprenda a gostar do ser humano que você é - e, então, eu prometo que gostarem de você ou não será bem menos importante 

Flávia Melissa


sábado, 14 de janeiro de 2017

Os anos que me restam...



Tem uma frase, que não sei direito de quem é...mas é algo mais ou menos assim:
Me perguntaram, quantos anos eu tinha...
Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais...

Simples assim...

Hoje é meu aniversário amigos!
Não me pergunte quantos anos, pois não sei :)
Espero que sejam muitos!!!
Beijos festivos!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sobre o julgar...


Julgar é considerar que as pessoas poderiam ser diferentes do que são. É pensar que poderiam ser de outra forma, mais aceitável para ti. É querer que as pessoas coubessem nas tuas expectativas para não teres de sair do teu círculo de conforto.

Julgar é achar que o céu se enganou quando colocou essa pessoa supostamente desagradável à tua frente. É negar que a podes ter atraído. Recusar a possibilidade de a teres atraído para compreenderes melhor a energia que anda a emanar e, consequentemente, recusar a possibilidade de seres tu quem tem de mudar – para parar de atrair.

Julgar é negar o movimento perfeito do céu, da energia, da imensidão do tempo e do espaço. Julgar é considerar que o teu pequenino ego sabe tudo, inclusive sabe o que deveria estar a acontecer, e por isso renega o que está a acontecer. Como vês, julgar é um dos maiores contramovimentos evolucionários. E tu, porque é que continuas nesse registro?

Desconheço o Autor.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Como eliminar a culpa e a preocupação?


Nossa vida está cheia de momentos de culpa e de preocupação, duas emoções, que na maioria das vezes, servem somente de distração no momento em que as vivemos. Sentimos culpa pelo que fizemos e preocupação pelo que podemos vir a fazer, nos esquecendo de viver o presente.
Duas zonas errôneas: a culpa e a preocupação
A culpa e a preocupação fazem parte das nossas zonas errôneas e, mesmo que sejam emoções diferentes, na realidade, podemos dizer que estão nos extremos de determinado momento no tempo. Assim, quando nos culpamos por algo que estamos deixando de aproveitar no presente, por estarmos imobilizados por algo que aconteceu no passado, e quando nos preocupamos e nos paralisamos por algo que ainda se encontra no futuro, sobre o qual não costumamos ter controle. Ambas coincidem, portanto, em nos imobilizar no presente.
O remorso por algo que aconteceu ontem e o medo do que isso pode causar no amanhã, costumam nos deixar loucos em nosso dia-a-dia. O mundo está cheio de pessoas que não se sentem bem, seja por algo que não deveriam ter feito, ou assustados por coisas que podem vir a acontecer. Talvez, nem nós mesmos sejamos exceções.


O processo de culpabilização



A sociedade encontra-se continuamente nos mandando mensagens de culpa e de preocupação. Fomos educados, na maior parte das vezes, para acreditar que essas emoções são normais em nossas vidas. Mas como isso acontece? Alguém lança uma mensagem para que lembremos que fomos más pessoas, por algo que fizemos ou não, sentimos ou não, dissemos ou não? Então nossa resposta é um mau sentimento que nos incomoda no presente. Assim, nos tornamos máquinas de culpa. A culpa pode chegar a ser uma das emoções mais inúteis. Pense nisso. Gastamos boa parte da nossa energia nos sentindo culpados por algo que aconteceu no passado, e ficamos imobilizados por situações que não têm mais conserto. E não adianta, pois não podemos mudar nada do que aconteceu.

Aprender lições com o passado
Precisamos saber diferenciar a culpa do aprendizado do passado. A culpa, como já dissemos anteriormente, é a paralisação do presente, que pode ir desde um pequeno mal estar até uma depressão severa. Nos impede de atuar agora, porque antes nos comportamos de tal maneira. Neste sentido, gastamos nossa energia com algo que já passou, sendo inútil e prejudicial para nós mesmos. Não interessa o tamanho da culpa, ela não vai solucionar nem mudar nenhum problema. Mas diferentemente do sentimento de culpa, aprender com o passado implica em evitar a repetição de algum comportamento, com a intenção de aprender com nossos erros, sem ficarmos paralisados. Aprender com os nossos erros é saudável, e muito necessário para nosso crescimento e desenvolvimento pessoal, pois permite que avancemos.


Algumas estratégias para eliminar a culpa.



Como já vimos, a culpa é uma emoção inútil, que só serve para nos paralisar e perder o momento presente. Por isso, olhar o passado como algo sem possibilidade de modificação pode ser de grande ajuda. Qualquer sentimento de culpa que escolhamos não contribuirá para a solução do problema, porque não podemos mudar o passado. Grave isso em sua mente! Adicione essa informação em seu repertório habitual de pensamentos.

– Pergunte a si mesmo por que evita o presente por culpa do passado. Assim, pouco a pouco, você conseguirá eliminar a necessidade de culpa.
– Comece a aceitar as coisas que escolheu, mas que podem chatear algumas pessoas. É preciso que aceite a si mesmo, pois assim a culpa que sente por não obter a aprovação dos demais desaparecerá.
– Comece a fazer um diário de culpas, no qual anotará todas aquelas situações das quais se sente culpado, indicando que está perdendo tempo no presente, por se angustiar com o passado. Isso permitirá que você se aprofunde no entendimento de sua culpa.
– Trate de mostrar para as pessoas com as quais se relaciona, essas que te manipulam através da culpa, que você é capaz de enfrentar as desilusões provocados pelo próprio comportamento. O resultado vai demorar a aparecer, mas as pessoas mudarão quando virem que não podem te obrigar a se sentir culpado.
Siga em frente!
Use o passado como trampolim, mas não como sofá.

Fonte: amenteemaravilhosa

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O grande egoísmo da Humanidade...



"O grande egoísmo da Humanidade
é a soma dos pequenos egoísmos de cada um de nós."

Emmanuel

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O pouco que sobrou...



Quando peço uma mordida de um chocolate ou de um picolé, sei que vai vir choro em seguida. Minha boca é grande demais, e o pedaço que arranco com os dentes deixa qualquer criança revoltada e é uma revolta difícil de conter.

Tento sempre vir com uma moral da história, alguma justificativa para que não haja choro da próxima vez. Um pai que não tenta ensinar sempre os filhos não é pai, é tio. Meu papel é, de alguma forma, achar sentido em joelhos ralados, peixinhos que morrem e mordidas grandes demais em picolés.
“Não chore pelo que perdeu, agradeça pelo que sobrou”, digo sempre para minhas crianças chorosas que, coitadas, além de doce a menos ainda têm que ouvir meus sermões. “Olha o quanto ainda tem de doce! Normalmente você não consegue comer o doce inteiro! Não fica irritada com a mordida, agradece que ainda tem doce na sua mão!”, eu digo. Minha filha está tão revoltada que sente vontade de jogar o resto do doce no chão, impulso não atendido porque suas papilas gustativas estão salivando.

O ano não foi fácil, como já disseram, mas eu não posso fazer coro com quem diz que já vai tarde. Tenho que ter alguma coerência e, quando me tiram parte do doce, agradeço pelo que sobrou.

Teve um ano em que eu quase morri com pneumonia. Conheci uma praia do Nordeste neste mesmo ano. Teve um ano em que minha mãe se acidentou e ficou 15 dias na UTI. Antes disso, eu tinha feito uma viagem de carro incrível. Teve um ano em que quebrei a perna. O mesmo ano em que minha filha nasceu. Acho que, se a gente olha pro que ganhou, aprende que não existe ano ruim. Tem ano difícil, nos quais muita coisa incrível acontece. Por mais complicado que seja, quero valorizar o que sobrou. Mordidas grandes acontecem. Vamos celebrar que existam os picolés.

Marcos Piangers
imagemdaqui

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Como vender seu imóvel rapidinho!





Veja que dica valiosa dada em uma palestra feita pelos Abraham!









Mulher: Eu tenho um relacionamento perfeito. Estou muito feliz. Tenho um negócio que está crescendo…

Abraham: Alguém mais sente uma pegadinha vindo por aí? (risos da platéia)

Mulher: Mas quero mais. Quanto mais eu tenho, mais eu quero…

Abraham: Claro que sim.

Mulher: Tem uma coisa que está meio emperrada. Meu pai faleceu há uns 18 meses. Herdei sua casa e está a venda há pouco mais de um ano já. Eu tentei colocar a venda e esquecer e… ser feliz. Seguir minha vida e não focar em porque não está vendendo. E ainda, às vezes… sabe… ainda não foi vendida. Eu não deveria focar nisso… deveria focar em outra coisa mas, bem, onde estou errando?

Abraham: Bem, está errando em perguntar onde está errando e pensar no que está dando errado, o que é parte da mesma coisa. Mas vamos lá: por quanto tempo seu pai viveu lá?

Mulher: Mais ou menos uns 20 anos…

Abraham: Quanto tempo você passou lá?

Mulher: Nunca cheguei a viver lá.

Abraham: O quanto você associa esta casa com o seu pai?

Mulher: Muito.

Abraham: Então se já não estivesse no nome dele ou no seu nome… você talvez poderia estar deixando ir mais dele do que realmente está pronta?

Mulher: Possivelmente.

Abraham: É o que parece. Parece que é algo que uma parte sua não está pronta para deixar ir embora.
Hoje mais cedo alguém nos falou sobre desejos contraditórios, e dissemos que não é que dois desejos compitam… é só que você não está alinhado com o todo do que você quer.
Mas, então, quando você associa esse lugar ao seu pai e imagina esse lugar não pertencendo mais a você, sentimos uma relutância em deixar ir. E achamos que esta coisa em particular que está segurando esta venda.
Então, agora, as respostas das perguntas que te fizemos são importantes, pois, perguntamos quanto tempo ele viveu lá e você disse “20 anos” e perguntamos quanto tempo você passou lá e você disse “nenhum”. Então, seu relacionamento com seu pai não foi determinado pelo tempo que você passou nesta casa.

Mulher: Não, de fato.

Abraham: E seu relacionamento com seu pai não foi determinado por ele estar em um corpo físico ou não. Então sua relação não tem nada a ver com a casa. Era só um… um… um lugar de permanência pra ele. Mas ele pertence há um lugar bem longe de lá agora.
(risos gerais)

Abraham: E este lugar não está olhando pra trás, não está reclamando ou o querendo de volta. Em outras palavras, esta casa já serviu ao seu propósito. Sabe, conversamos com um homem uma vez que nos disse: “tenho que vender uma casa que já está no mercado há 3 anos e não vende. O que estou fazendo de errado?”. E nós perguntamos porque ele queria vender, e ele nos disse: “Bem, minha família cresceu demais. Os quartos são pequenos. Precisamos de mais quartos. Nossas necessidades são diferentes agora. Está ficando meio decrépita. O jardim é grande demais para cuidar. Está dando mais despesas do que deveria. Não parece boa pra mim mais. E nós dissemos: Ouça toda essa informação que você está jogando para o universo, começando por “vindo de mim, este lugar decrépito que eu não quero mais”. É o que ele estava transmitindo vibracionalmente.

Então, orientamos: lembre-se de como se sentiu quando se mudou pra lá e ele se iluminou com a simples memória disto. Ele disse: “Ah, foi perfeito para nossa pequena família”. E disse: “Não tínhamos mobília mas quando compramos a casa, fomos mobiliando aos poucos. Todos os fins de semana comprávamos uma planta nova e era um evento de família decidir onde plantar. A casa tinha o tamanho certo e sentíamos que era um lugar luxuoso para nós”.E dissemos: agora você está atraindo seu comprador. Está atraindo quem está procurando esta casa. Não quem quer se ver livre dela. Está atraindo alguém que já está pronto para se mudar pra lá. Em outras palavras, você precisa encontrar o sentimento certo. Pois o que está mandando vibracionalmente é o que você está mandando vibracionalmente. E o que está atraindo combina perfeitamente com o que está mandando.
Então o que você quer dizer ao universo é: “tenho essa casa incrível que é perfeita para…”. E pense em quem você quer que compre. Quem está pronto para morar lá agora? Não depois. Não mais pra frente, mas agora. Quem você vê morando lá agora?

Mulher: Ah… uma família. Marido, mulher e dois filhos. São 3 quartos.

Abraham: Ah, é um lugar perfeito, não é? E muita gente está procurando exatamente por isso.
Mulher: É muito tranquilo.

Abraham: E é um lugar fresco e novo para eles. Quem já viveu lá é irrelevante para eles. É um novo começo para esta família. Essa venda não denota a perda do seu pai, denota o início da vida desta família, entende? Essa é a vibração que você quer encontrar.
Não precisa reformar, colocar mais anúncios, levar muitos visitantes, não precisa de mais corretores. Apenas foque nisso com entusiasmo pelo que está por vir.
Um homem veio até nós com a mesma situação e sua casa foi vendida em uma semana.

Mulher: É mesmo?

Abraham: E garantimos: seu pai não vai se chatear com isso.

Fonte: Analisando Abraham Hicks
Tradução: Junior Moro

Veja Também outra dica muito boa: Numerologia para vender um imóvel 


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A cor de 2017


A cor que impulsiona essa energia 1 é vermelho que estimula a força de vontade e a coragem.

Aumenta a vitalidade e traz animação. Promove a força da iniciativa, do movimento e da ação.

É a cor do fogo e do sangue, fonte de energia. Está associada às necessidades mais físicas e de sobrevivência. É a cor da ação, da atitude necessária em um ano de começo de ciclo, de energia 1. Traz confiança para as pessoas tímidas ou as que têm pouca força de vontade. Na China, Índia e outros países asiáticos acredita-se que a cor vermelha traga sorte e felicidade.


No antigo Egito o vermelho era associado à saúde, vitória e vida. Na Roma antiga, vermelho era a cor da roupa do imperador e também estava nos uniformes dos soldados do exército.

Devido ao fato de que o vermelho é a cor que mais rapidamente nos chama a atenção ela é usada para advertir de algum perigo, como nos faróis de trânsito.


O vermelho traz visibilidade porque atrai a atenção. Está associado a coragem, novas e revolucionárias ideias. Vermelho é a cor da paixão e rosas vermelhas representam bem esse sentimento. A cor aumenta a pressão arterial e o batimento cardíaco. Porém o uso excessivo dessa cor pode trazer irritabilidade e inquietação. É necessário usar vermelho com moderação.

Fonte: Aparecida Liberato





O vermelho é a cor do Chakra Básico, cuja onda de frequência vibracional se aproxima muito da matéria, da realização, do concreto e do físico. Isto significa que 2017 será um ano para recomeçar, iniciar novos projetos, metas e atitudes.

Os próximos meses trarão mais garra e ação. Sendo assim, é importante fazer algum movimento, a fim de trabalhar a energia da mudança na sua vida.


A cor ainda simboliza o Elemento fogo, que propicia mais atividade. Portanto, seja ousado, criativo e se movimente, essa é a ordem para 2017. Depois de um ano de 2016 com energia do número 9, que impulsiona o desapego e a faxina, agora é a hora de colocar suas ideias engavetadas no papel e transformá-las em realidade.

Fonte: Personare




Sei que tem pessoas que acham bobagem...mas eu gosto de saber a cor do ano que se aproxima!
Gosto de mentalizar a cor, nos meus rituais de final de ano...
Sinceramente, acredito que vestir a roupa com a tal cor  não vai fazer diferença nenhuma...
Mas vestir-se energeticamente com a cor...ahhh daí sim!
Convido a fazer um pequeno ritual neste final de Ano...independente das suas crenças religiosas.
No dia 31, tome um banho ( normal e/ou energético)...
E depois do banho, mentalize a cor do ano!
Visualize-se envolto por essa cor por alguns minutos...
Sinta a força dessa cor.
E sinta-se revigorado para iniciar um novo ciclo!


Feliz 2017! :)


Veja Também: Ritual para atrair prosperidade para o Ano Novo


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Como proteger seu bebê de energia negativa neste final de ano..


Última dica do ano, muito útil. 
Bebês são extremamente sensíveis e captam com facilidade a energia das pessoas com quem tem contato.
Algumas pessoas podem estar vibrando algum sentimento negativo, não em relação ao bebê, e sim a respeito de si mesmas e sua vida. E então o bebê acaba sentindo essa vibração negativa e isso os incomoda muito, deixando-os irritados, agitados e por consequência influenciando em seu sono.
Para evitar que eles absorvam energias negativas é muito simples: basta tampar o umbigo com micropore (um tipo de esparadrapo que parece papel) com duas tiras em forma de X antes de sair para as festas de fim de ano.
O umbigo é a porta da nossa comunicação energética com o mundo exterior.
Se você também se sente incomodada com pessoas que tem a energia "pesada", faça também essa proteção em seu umbigo e sentirá mais leve mesmo em contato com essas pessoas.
Você pode manter o umbigo tampado por 3 dias e 3 noites.

Olivia Tani - Terapeuta especialista em floral para crianças
imagem: google


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...